O que diz Casagrande no seu livro:
"“Em geral, injetavam Pervitin no músculo. De imediato, a pulsação ficava acelerada, o corpo superquente, com alongamento máximo dos músculos. Podia-se levantar totalmente a perna, a gente virava bailarina... Isso realmente melhorava o desempenho, o jogador não desistia em nenhuma bola. Cansaço? Esquece... se fosse preciso, dava para jogar três partidas seguidas.”
Esse procedimento acontecia abertamente no vestiário, sem a menor preocupação de escondê-lo de qualquer integrante da agremiação. “Era uma coisa oficial: do treinador ao presidente do clube, todo mundo sabia.” Só havia o cuidado de acompanhar o atleta até a eliminação da droga pelo organismo, tanto para prestar socorro, caso alguém se sentisse mal ou tivesse algum efeito colateral, quanto para liquidar as provas, embora exames antidoping fossem raros naqueles tempos. “O clube não deixava a gente ir pra casa depois do jogo. Ficávamos concentrados e dormíamos no hotel. No dia seguinte, fazíamos sauna de manhã e dávamos uma corridinha ao redor do campo. Só depois disso nos dispensavam.”
O uso da substância não era exatamente opcional. Embora não houvesse um aviso formal de obrigatoriedade, isso estava implícito, e quase todo mundo seguia o script. “Estava sempre à nossa disposição, mas, nos jogos importantes, parecia obrigatório. Tomar ou não tomar poderia definir a escalação, pelo menos essa era a sensação geral.” Ele não se deparou com essa prática em outros clubes europeus nos quais jogou, é bom ressaltar, porém sabia ser algo comum pelas conversas com jogadores que atuavam em outros times"
Depois do médico dos corruptos da altura ter dito que era tudo uma grande mentira (como se alguém que fosse perguntar a um pedófillo se abusava de crianças este fosse admitir... enfim...), Celso, ex atleta da corrupção disse:
"Se existiu, foi de forma particular, de iniciativa dele. Dentro do F.C. Porto,
não». «Tomávamos vitaminas, anti-inflamaflamatório, massagens, mas doping mesmo
não. Se eu tomei, fui enganado, mas não acredito nisso», frisou."
Octávio Machado garantiu que:
"Isso é completamente falso. Ele é uma pessoa desiquilibrada, com probelmas
mentais, teve problemas com drogas... O que é que ele disse? Que levava injeções
no músculo? Injeções de quê? Podia ser um anti-inflamatório», "
Vitaminas? Anti-inflamatório??
O Casagrande é bem claro, e para quem é "desiquilibrado" e com "problemas mentais" lembra-se bem do nome do produto: PERVITIN.
E afinal o que é isto?
"Pervitin: Hitler's Multivitamin
Pervitin was a "multivitamin" that was widely distributed to German troops during WWII to give them an "energy boost". Fallschirmjaeger detachment "Granit" received vials of Pervitin just prior to embarking on the mission to capture fortress Eben Emael in Belgium in May 1940. This turned out to be one of the most celebrated air assault missions in history with German paratroops fighting like fanatics and defeating a force 15 times their size. German tankers and Luftwaffe fliers received Pervitin-laced chocolate rations (Panzerschokolade and Fliegerschokolade).
Trouble is Pervitin was not a mutlivitamin but 100% crystal meth.
Hitler was on a steady diet of "Pervitin" which was prescribed to him by his personal doctor Morell. We'll never learn the effects the drug had on his body but it's clear that by the end of the war Hitler's health was ruined with Parkinson's-like shaking seen in meth abusers. He was also mentally unstable and had explosive temper.
German magazine Spiegel has a story: http://www.spiegel.de/international/...354606,00.html
(Metaanfitamina)Remédio altamente estimulante, à base de anfetamina pura.
Teve seu ápice na década de 50. Eram indicados inadequadamente para combater a depressão. Qualquer pessoa com 50 anos se lembra do Pervitin, vendido facilmente nas farmácias para quem desejava ou precisava passar noites em claro, dormir pouco ou reduzir o apetite. Foi retirado do mercado por seus graves efeitos colaterais: dependência física, alucinações, irritabilidade, taquicardia, ansiedade, forte diminuição dos reflexos.
A venda ainda se faz hoje sob a forma de pílulas ou injectável, sendo considerado doping pela UEFA.“
E explica o que o Inácio disse da neve derreter a seus pés na Toyota cup.
E explica a irritação dos meninos. Pervitin é uma metanfetamina.
A principal diferença entre o Armstrong e o futebol corrupto (e dopado) do porto é que ao ciclista foram-lhe retirados os títulos ganhos graças à droga...
quarta-feira, abril 24
Comentários (10)

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Comments by IntenseDebate
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Desmontando o que era injectado
2013-04-24T16:15:00+01:00
No.Worries
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vermelhovzky 77p · há 623 semanas
O Casagrande está limpo há algum tempo e é comentador de Futebol da GLOBO há muitos anos. Não é um Rui Santos numa SIC NOTICIAS a falar para 100 ou 200 mil espectadores... estamos a falar de um tipo que comenta jogos ao vivo no principal canal de um país que tem quase 200 milhões de habitantes!
Por exemplo, Casagrande foi para Toquio comentar em directo, os jogos do Corinthians na final de clubes.
Mas vocês acham que este tipo precisa de dinheiro? Vocês acham que este tipo não recebe 10 ou 20 vezes mais do que o lambido de um Rui Santos?
Estes gajos da GLOBO metem centenas de milhares de euros no bolso. Os corruptos julgam que toda a gente é parva???
Leonor pilão. · há 623 semanas
Manuel · há 623 semanas
"O Augusto Inácio, presente na final de Tóquio, que foi jogado com uma temperatura de -1º ou -2º, sobre neve, deu uma entrevista à revista Pública há alguns anos. Diz o seguinte:
"Fiz um belíssimo jogo, que me correu bem do princípio ao fim. O encontro foi disputado em condições dificílimas com frio e neve. Mas neste jogo saiu-me tudo na perfeição: fiz bons desarmes, bons cruzamentos, bons remates (...). Depois daquele jogo o meu corpo DEMOROU UM MÊS A REGRESSAR AO RITMO NORMAL (...) NO FINAL FIQUEI MEIA HORA DEBAIXO DO CHUVEIRO QUENTE E MESMO ASSIM O CORPO NÃO REAGIU. NO INTERVALO A TREMIDEIRA ERA TÃO GRANDE QUE NÃO CONSEGUIA MANTER O CHÁ DENTRO DO COPO. ENTORNAVA-SE TUDO".
Ora bem, um jogador bem treinado e bem preparado fisicamente para um jogo de futebol, ficou um mês - 30 dias! - à espera de recuperar de um mero jogo de futebol jogado sobre a neve?
Lembremo-nos que nessa altura o médico do Porto era nem mais nem menos que o dr. Domingos Gomes, um conhecido especialista em doping.
E agora uma situação passada comigo e que ninguém poderá dizer que é falsa!
Nos fins dos anos 90, estando eu num stand da BMW em Cascais com um sportinguista ferrenho, meu conhecido, e estando connosco o Ivkovic, antigo guarda-redes do Sporting, a conversa resvalou para o futebol e para as conquistas do FCP. Qual não foi a nossa surpresa quando o Ivkovic nos confidenciou que o Fernando Gomes, o bi-bota, que jogou com ele no Sporting, lhe contou que na final de Tóquio, durante o intervalo lhes deram uma bebida, ele disse chá, que lhes causou uma aquecimento tão grande no corpo que quando voltaram ao relvado até parecia que a neve derretia! Comparem com as afirmações do Inácio acima. Acham que o Ivkovic estava mentir, ou que o F. Gomes inventou a história ou mesmo que o Inácio estava a inventar? Não, não estavam porque não necessitavam de o fazer."
Zé Marreta · há 623 semanas
souo6milhoes 82p · há 623 semanas
mariana · há 622 semanas
Midgard · há 622 semanas
A nivel social o que se vê, principalmente em Portugal, em que a condição económica não ajuda, é o abandono dos estadios e a crença generalizda que os jogos estão viciados e não vale a pena pagar para ver lixo ao vivo, preferindo ficar por casa ou pelo cafe..não tem tanta emoção sem duvida mas que emoção existe em jogos viciados logo a partida? existe stress isso sim...
O triste é, que tudo isto resultou e resulta de um ódio cego e tolo a uma instituição, e no interesse de prejudicar de qualquer maneira essa instituição se destruiu um desporto e a saúde de muitos, se enganou e ameaçou muita gente...
...masa cereja no topo do bolo, e que mesmo com tantas merdas, continuam na mo de baixo, continuam uns complexados, uns otários, e não estão melhores deportivamente, 30 anos de corrupção e crimes e continuam na cepa torta, estes sim são o LOL de Portugal...
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Manuel · há 623 semanas
"Injecções e comprimidos para jogar melhor, jovens que serviam de cobaias para o doping, prostitutas nos estágios, treinadores que exigiam dinheiro a jogadores para os colocar a jogar e benefícios de arbitragem."
“Os incentivos para correr eram sempre apresentados pelo massagista. Passado pouco tempo de estar no clube, ele aproximou-se de mim, e de outros novos jogadores (...) Disse-me claramente que aquilo que ia dar-me era doping, embora nunca tivesse falado de eventuais efeitos secundários. (...) Com o passar do tempo assumi os riscos e tomei doping de todas as vezes que me foi dado."
“No meu tempo, o doping era tomado de duas formas: através de injecção ou por recurso a comprimido. Podia ser antes do jogo, no intervalo, ou com a partida a decorrer, no caso daqueles que saíam do banco (...) A injecção tinha efeito imediato, enquanto os comprimidos precisavam de ser tomados cerca de uma hora antes do jogo.”
“Em alguns clubes onde joguei tomei Pervitin, Centramina, Ozotine, cafeína, entre muitas outras coisas das quais nunca soube o nome.”
“Cada jogador tomava uma dose personalizada, mediante o seu peso, condição física ou última vez que tinha ingerido a substância (...) Porém, nos jogos importantes era sempre certo (...) Quando se sabia que não iria haver controlo antidoping, nunca falhava.”
“Em certos treinos víamos um ou dois juniores que apareciam para treinar connosco. Esses juniores não estavam ali porque eram muito bons ou porque tinham de ganhar experiência. Estavam ali para servirem de cobaias a novas dosagens. Um elemento do corpo clínico dava cápsulas ou injecções com composições ilegais a miúdos dos juniores (...) Diziam-lhes que eram vitaminas e que a urina era para controlo interno.”
“Se um jogo fosse ao domingo, o nosso médico sabia na sexta ou no sábado quais as partidas que iriam estar sob a tutela do controlo antidoping. Mal tinha acesso à informação, avisava todo o plantel e o dia de jogo acabava por ser directamente influenciado por essa dica.”
“Depois do apito final, as bolinhas eram retiradas do congelador e colocadas ao lado das outras dentro de um saco. Quando o médico ia escolher o atleta que tinha de ir ao controlo [antidoping], já sabia que não podia tirar nenhuma das bolinhas geladas (que eram as dos jogadores dopados)."
Viriato de Viseu · há 623 semanas
Mas por falar em BURROS...muitos foram.... e o Luis Horta que dizia que já havia controle antidoping nessa altura, foi um desses BURROS !!!
Dragays · há 622 semanas
Algum estúpido azul e bronco me consegue esclarecer?