quinta-feira, setembro 10

Sofram infíeis


A ideia é do blog BNRB... mas como a equipa d'O Antitripa há muito que só bebe Sagres, decidimos apoiar a iniciativa.

Eles acham que podem manipular a opinião pública contra nós, mas basta que parte dos Benfiquistas troquem a Super-Bock pela Sagres, (e a Carlsberg pela Heineken, a água Vitalis pela água do Luso e os Frisumos pelos Trinaranjus) e a Unicer vai atravesar um mau bocado.

Vamos lá todos ajudar no BOICOTE!!!

quarta-feira, setembro 9

Apenas mais uma história da porkalhada

No seguimento do post anterior (devidamente "documentado" com uma foto esclarecedora), deixo aqui agora mais um episódio da vergonhosa história da escumalha andrade corrupta.

Não é nada de especial, apenas um árbitro que validou um golo do fóculporko, golo esse que não foi marcado por nenhum jogador em campo, mas sim por um apanha-bolas.

A história toda pode ser lida aqui, mas eu não resisto a determinados pormenores da mesma.
E já nem falo do pormenor do árbitro não ter visto um apanha-bolas marcar golo!
Nem o bandeirinha, que segundo o "goleador" fez de esconderijo...
1.- O fernado gomes disse que foi ele que marcou o golo. O antónio oliveira confirmou. Ou seja, o árbitro fez bem em ouvir as vozes honestas destes jogadores do clubeco regional...
2.- O que aconteceu ao árbitro? Cuidado, porque já naquele tempo os castigos para os árbitros que beneficiassem os porkos azuis eram duríssimos! Levou uma repreensão...
3.- São tão fraquinhos que mesmo com o golo marcado pelo apanha-bolas perderam (2-3). Faz lembrar quando ganharam ao ENORME no jogo em que o olarápio fingiu quer não viu uma bola dentro da baliza do baía, e nem assim conseguiram impedir o BENFICA de ser campeão...
4.- E esta espécie de árbitro-invisual acaba em beleza, quando questionado porque não suspendeu o jogo:
"Era complicado acabar um jogo nas Antas com a equipa da casa a perder"

Lindo.

E pronto, fica assim registado mais um episódio de encher de orgulho qualquer tanso de adepto azul e bronco.

O 9 de SETEMBRO de 1992

O CIRCO DE “PALERMO”

Coimbra, 9 de Setembro de 1992.
Uma 4ª feira especial de futebol.
Final de uma tarde quente de verão.
No estádio municipal daquela cidade, com os ânimos ao rubro, José Pratas, o árbitro da finalíssima da Supertaça entre o Benfica e o grémio da corrupção, acabava de validar honestamente o golo do Benfica por Isaías, aos 75 minutos de jogo. Legal e limpo.
Indiscutível!
Eis que, de imediato, completamente desvairados, os jogadores do grupo adversário, os do grémio da corrupção, numa explosão de raiva e ódio, se lançaram no encalço de José Pratas - uma táctica e um comportamento induzidos, bem identificados com o dito grémio, que cobardemente passaram impunes ao longo de mais de vinte anos; ainda hoje se observam evidentes resquícios deste tipo de acções em alguns protagonistas que por lá chafurdam e que continuam a ser uma das suas habituais imagens de marca.
Apavorado, o árbitro, tentando fugir, recuava cada vez mais.
Ficou para sempre gravada na minha memória a maior e a mais longa marcha-atrás alguma vez encetada por um árbitro, num relvado de um estádio de futebol. A manobra começou na grande área dos corruptos e estacou por instantes no meio campo do Benfica. Numa imparável atitude intimidatória, selvática e ameaçadora, a matilha furibunda e ululante continuou, animalesca e implacàvelmente numa perseguição a Pratas, coagindo-o cada vez mais, oferecendo aos milhares de portugueses que acompanhavam o jogo no estádio e pela TV, um espectáculo absolutamente degradante só comparável a um circo romano.
O árbitro, completamente aterrorizado, continuou a correr pelo campo fora, acossado por essa turba de energúmenos, que num desvario total tentava que ele alterasse a decisão e invalidasse o golo do Benfica. Aguentou-se como pôde, mas ficou a saber que a partir daí quem mandava no jogo era a terrífica matilha.

Uma caricatura tosca e aberrante, mas real, um circo brutal à moda de “Palermo”, fazendo lembrar uma cena de um filme épico da Roma Antiga. Só tinham mudado os personagens. Salvo as devidas proporções no espaço e no tempo, recordei os espectáculos sanguinários do Circo de Roma, no seu célebre Coliseu, em que, para gáudio de uma horda mentecapta e doentiamente delirante, imperadores como Nero, Calígula e outros césares corruptos e alienados, através dos seus carniceiros seguidores, ofereciam diversões públicas monstruosas, participando e assistindo eles próprios à morte cruel e desumana de muitos inocentes lançados às feras ou queimados vivos.

A cena surreal de José Pratas com aquela feroz pandilha de perseguidores, que milhões de espectadores puderam assistir em directo pela TV, não foi mais do que a prova cabal da consolidação de um poder sinistro e medonho que por coincidência, tinha tido o seu início, em “Palermo”, dez anos antes, mais ou menos por esta altura do verão. Um poder, que tomou forma humana num sórdido “peidorrilhas” e obcecado fanático anti-Benfica, - um fulano sem escrúpulos, que “se fosse preciso até a sua própria mãe venderia”, segundo declarações de um seu ex-sócio, apelidado de “cabrão” pela sua actual mulher e que transformou a sua ex-amásia em “sobrinha” numa célebre audiência papal – e que baseado numa estratégia demagógica e num discurso mentiroso, começou a atiçar os cães-de-fila de “Palermo” infiltrando-os entre uma cambada de labregos dementes, frustrados e raivosos, carregados de um incurável provincianismo bacôco para os estimular e jogar inconscientemente para uma fogueira de violência como é a falsa guerra Norte-Sul, que teve e ainda tem sempre como objectivo, abater e destruir o Benfica, para colher dividendos sujos traduzidos em títulos e taças forjados e surripiados de todas as maneiras e feitios. Estas bestas nojentas, ainda hoje, indiscriminadamente, atacam tudo o que lhes apareça pela frente e que soe a Benfica.

Essa finalíssima da Supertaça foi disso um flagrante exemplo.
O 1-0 de Isaías não chegou, porque aos 85 minutos, tal como Proença na época passada, Pratas, borrado de mêdo, marcou “penalty” contra o Glorioso e após prolongamento a Supertaça fugiu
no desempate por grandes penalidades.

Nessa noite, muitos andrades mafiosos ajoelharam a “rezar”.

Já Al Capone, o “boss” do crime da Chicago dos anos trinta do século passado, também era um “benemérito” das obras sociais da igreja e ia à missa. Começava também nessa noite de 9 de Setembro de 1992 a era de um farisaísmo hipócrita que com a concordância tácita de polícias, juízes, políticos e generais, até o papa enganou.
A ascensão desta escumalha selvagem que não sabe ganhar nem perder, sejam quais forem as circunstâncias, continuou com a complacência das entidades responsáveis, onde a própria escumalha infiltrava cada vez mais corruptos e promíscuos, como hoje acontece em organismos internacionais ligados à área do futebol.
No entanto, para desespero de um dos maiores incendiários deste país das últimas décadas, um arruaceiro que com as suas pérfidas atitudes perverteu parte de uma metrópole, conotando-a com o que há de mais corrupto no país, e mesmo contra todas as suas posturas mafiosas e bandidas, bem como das de seus “capangas & muchachas”, o Norte, tal como o país genuíno, cosmopolita ou profundo, do Algarve ao Minho, tal como as ilhas atlânticas, tal como a nossa Diáspora, reviu-se sempre, revê-se e rever-se-á no Benfica e na sua massa adepta ímpar, apaixonada e lutadora, e não numa qualquer agremiação de bandalhos incorrigíveis, apelidados também de corruptos e batoteiros, epítetos pelos quais são hoje e serão sempre mundialmente conhecidos.
Estes deploráveis comportamentos, iniciados há quase trinta anos num “verão quente”, com um trapaceiro e quezilento “assalto ao poder” onde tudo valeu, protagonizado pela famigerada dupla, Giorgio & Cartola, continuaram cìclicamente pelo tempo fora, instigados sempre por discursos ordinários e populistas e contra a capital, quer de um quer de outro, depois só de um, para mais tarde serem repetitivamente bolçados por um coro de cegos e ignaros prosélitos, agitadores, rafeiros e azeiteiros do submundo de “Palermo”.
Ora não admira, à semelhança do que aconteceu nessa já longínqua data, que tenham aparecido novas “vagas” desses prosélitos, “instruídos” nessa péssima e desvirtuada escola eivada de vícios. É uma pirâmide completamente subvertida do topo até à base. O exemplo mais recente foi a camarilha de vinte “jagunços” andrades, vinda de “Palermo” num autocarro sem matrícula, vandalizando tudo o que eram estações de serviço de auto-estradas, molestando pessoas e criando um clima de autêntico terror por todos os locais onde passavam, não esquecendo também os “atropelamentos afonsinos”, “os assaltos a lojas”, os “desfalques bancários”, as “sovas bexiguentas” e as “bofetadas e murraças nas amásias”. Os actos sucedem-se em catadupa, mas como habitualmente, em “Palermo”, há detergente às toneladas. O branqueamento é a palavra de ordem.
Realmente foi com o advento da democracia neste país, que essa corja medonha começou a ganhar…
…Sim, mas a ganhar a impunidade perante um chorrilho de atitudes e actos criminosos nesta terra de brandos costumes…
Essas, lamentàvelmente, têm sido as suas vitórias, como a que ocorreu há dezassete anos no final de uma quente tarde de verão em Coimbra.

GRÃO VASCO

terça-feira, setembro 8

A bandalheira vai começar!...

Árbitros nomeados para a jornada de fim-de-semana:

Belenenses-BenficaOlegário Benquerença
Clube condenado por corrupção-Leixões – Vasco Santos
Submissos-P.FerreiraBruno
Paixão




Este é o figurante cujos episódios mais relevantes e conhecidos têm hoje aqui as respectivas alusões.
O Benfica e os Benfiquistas que se ponham bem à tabela porque pode haver espectáculo de “fantoches” em Belém.
Sem mais comentários.



IN BLOG “SOU BENFIQUISTA”, 24 DE Nov de 2008
Em termos de Arbitragens deixo aqui umas palavras ditas por um senhor do seu nome Olegário Benquerença numa palestra em Leiria na ESEL (Escola Superior de Educação de Leiria) intitulada de "Também é difícil ser árbitro", sem mais demoras aqui vai:

"Parece difícil mas não é fácil"
"Não é o difícil do jogo, mais pau menos dedo não é por aí"
(ambas as frases sobre faltas)

disse outra cena qualquer por ter deixado o carro na rua, "ladrão não é roubado".

Sobre a equipa técnica dele:"Somos o trio maravilha, dentro do campo somos maus mas cá fora somos muito bons".

A melhor:
"Desde pequenino era do Benfica e o meu maior ídolo era o Chalana, até chorei quando ele partiu a perna, mas um dia em que fui arbitrar um jogo do Benfica o Chalana fartou-se de me chamar nomes, a partir daí put* que pariu o Benfica e o Chalana".


IN EDIÇÃO DE RECORD
Olegário Benquerença
Cadastro de um soprador
Entrevista de Pedro Proença ao Record 20/06/2007
Sobre o facto de Vítor Pereira ter chamado batoteiro a Olegário Benquerença no curso de Viseu:
“Foi duro mas ninguém pode estar de acordo que se copie um teste escrito”.

In blog, Mar de Matosinhos, 07 de Abril de 2007
Há dias, Devesa Neto - que anda de candeias às avessas com Olegário Benquerença - fez a seguinte “ameaça”: “O sr. Olegário Benquerença que não me obrigue a vir dizer para a praça pública coisas que, se calhar, nem a UEFA gostaria de saber. (...) Que se lembre que eu também sei como subiu a internacional”.


Pelo visto, sem ter chegado sequer a ser pré-internacional, o nome de Benquerença foi indicado à FIFA em primeiro lugar, numa lista de três nomes, incluindo no segundo lugar o nome de Duarte Gomes e em terceiro o de José Leirós. E porquê? Valentim Loureiro, na altura presidente da Liga, em entrevista a O JOGO de 1 de Janeiro de 2001, desvenda a história:
“Olegário Benquerença, na época de 98/99, classificou-se em 14º lugar e nem sequer era pré-internacional. Os pré-internacionais eram Duarte Gomes, José Leirós e Isidoro Rodrigues, mas este último tinha atingido o limite de idade. (...) Para mim, se os árbitros têm uma classificação, ela deve ser seguida. A FIFA seguiu a indicação que lhe foi enviada (pelo presidente da CA, José Luís Tavares) e aceitou o Olegário Benquerença”. (Questão d’O JOGO: “O sr. José Luís Tavares disse que Michel Vautrot o tinha aconselhado...”). O major: “Se de facto passamos para a opinião pública a ideia de que a classificação feita em Portugal não serve para nada e que isso é feito por indicações do sr. Vautrot, então vou convidar o sr. Vautrot a vir cá dizer-nos como quer que façamos o ordenamento. (...) Agora, se têm razões para defender o que fizeram, que o digam. Se foi o sr. Vautrot que disse que o rapaz era porreiro, alto, espadaúdo e falava bem inglês, bom, se as condições são essas, retirem-se os que não sabem falar inglês ou que não têm 1,80 metros de altura. Ou então ponham como condições prioritárias para se ser internacional ter essa altura, falar inglês e saber piscar o olho para a esquerda”.
Foi assim: Vautrot quis e a coisa fez-se! Com José Luís Tavares no papel secundário e Duarte Gomes e José Leirós a verem passar os comboios...

Blog da Bola 19/09/2007
Olegário Benquerença era um árbitro de mediana qualidade numa altura em que no quadro da arbitragem nacional existia a condição de árbitro pré-internacional, ou seja, aqueles que se perfilavam para subir ao mais alto escalão. Apesar de Olegário Benquerença não fazer parte desse quadro, inesperadamente e para surpresa de toda a gente, lá estava ele insígnias da FIFA ao peito. Foi um escândalo, logo superado, porque á boa maneira portuguesa, ninguém deu explicações para a promoção. Os árbitros são normalmente promovidos a internacionais no final de cada ano civil e não no início dos campeonatos. Mas, todos os anos, há curso de arbitragem antes do início do campeonato, normalmente feito em Leiria. Sabe-se lá porquê?Nesse ano, Michel Vautrot, nessa altura membro do Comité de Arbitragem da FIFA foi um dos convidados para o curso de árbitros feito em Leiria, terra de Olegário.Durante esse curso foi visível o nível de alta confiança que existia entre o árbitro português e Michel Vautrot, um homem polémico e com grande poder na arbitragem mundial, hoje menos, devido a escândalos ligados à homossexualidade.No final desse curso, Michel Vautrot deu uma entrevista a um jornal desportivo português no qual dizia que para além de tudo o mais, um árbitro internacional deveria ser alto, elegante e que falasse muito bem inglês.Ora, Olegário Benquerença enquadrava-se nesse figurino e mesmo sem ser pré-internacional, foi promovido para a alta-roda da arbitragem, enquanto que os pré-internacionais ficavam de boca aberta.Foi com toda a certeza por causa disto, que há uns meses atrás, o ex-árbitro auxiliar, internacional, Devesa Neto, após uma bocas mandadas por Olegário a seu respeito, veio a terreiro deixar o aviso: “Eu sei como ele foi promovido a internacional. Ele que não me faça falar disso.” Devesa Neto ficou sem resposta.Olegário Benquerença, nunca foi um árbitro de consensos e de facto não tem qualidade reconhecida para estar na elite da arbitragem da FIFA.


GRÃO VASCO

Lesões Douradas (5)

Acabei de saber que o Benítez contraiu uma contractura muscular na coxa direita, na semana que antecede a visita do clube onde joga ao estádio do clube assumidamente corrupto que lhe paga.

Algo a que já estamos habituados... os emprestados-dourados lesionam-se na semana anterior, falham o jogo com os corruptos e no dia seguinte correm como se a lesão nunca tivesse existido.

Foi assim com Nuno André Coelho, com Fernando, com Luís Aguiar, com Paulo Machado, etc...

Vejam todo o historial aqui! E se gostarem de apostar, apostem em qual será o próximo douradinho a se lesionar na semana anterior ao jogo contra oclube assumidamente corrupto.

A lista completa está neste post!

segunda-feira, setembro 7

A ambição secreta de MM

Quando avancei para a elaboração deste “post” e escrevi o respectivo título, a minha primeira vontade foi substituir as iniciais MM por BB ou CC.
Seria bem mais aprazível dissertar sobre Brigitte Bardot ou Claudia Cardinale, duas portentosas e sensuais mulheres da 7ª arte, dois “sex symbols” que me fizeram arregalar bem a “vistinha” nos meus fogosos tempos de juventude. Mas hoje a minha escolha recairia indubitàvelmente em Monica Bellucci.

Mas não. Este não é o espaço ideal para falar dessas coisas que de tão apetitosas e saborosas fazem despertar fantasias e quimeras.
Aqui fala-se de Benfica e de muitos assuntos cujo tema é essencialmente o futebol.
É por isto que vou dedicar um pouco do meu tempo a falar aos meus Caros Companheiros Benfiquistas sobre uma hilariante excrescência futebolística cujas iniciais são MM.
Não, também não é Maria de Medeiros ou Manuel Monteiro, não.
É tão sòmente Manuel Machado.
A entrevista exclusiva do “pasquim lagartinóide”/Antena 1, publicada na edição impressa desse jornaleco, este domingo, assinada por um Varela e um Sérgio quaisquer a Manuel Machado, tem como título, na edição “on line” do dito cujo jornaleco, - malèvolamente extraído do conteúdo da referida entrevista – o seguinte:
[Manuel Machado: “Na Luz voltou-se à realidade de há 30 anos”]

Ora bem. Vamos por partes.
Esta sumidade do “futebol podre de há trinta anos para cá” deu uma entrevista “inteligente” ao diário desportivo??? mais rasca deste país e foi ouvida na Antena 1.
O diário, alinhando no habitual despautério em relação ao Benfica, através de vários pontas-de-lança lagartôncios/andróides tenta a todo custo provocar o vómito ou mesmo fazer vomitar ao entrevistado os habituais disparates sobre o Glorioso, criando a habitual imundície anti-Benfiquista que besunta e emana das suas entranhas.

Manuel Machado, nascido em Oliveira, Guimarães, ao atingir um “zénite” na sua carreira de treinador, apurando-se e apurando a equipa que orienta para a fase de grupos da Europa Cup, salta para a ribalta mediática e logo a “folha lagartinóide” aproveita para ganhar audiências e oferecer-lhe visibilidade. Não sem que, para abordar o seu trabalho, tivesse “orgàsmicamente” de fazer sobressair as declarações subreptícias de Manuel Machado sobre o Benfica, acicatando-o constantemente a partir de uma determinada fase da entrevista.
Não há melhor para este nojento pasquim que um pedaço de entrevista acanalhada com um objectivo canalha. No entanto, houve alguém que, pelo menos aparentemente, teve a sensatez de não enveredar pelo mesmo diapasão, isto é, na insinuação torpe de que o título da entrevista é flagrante exemplo.

Estamos todos bem lembrados de MM com o seu discurso arrastado, mastigado, manhoso, rebuscado, aquando dos jogos contra o Benfica e mesmo contra outros. Nas vitórias do Benfica contra o seu clube, qualquer que ele fosse ou seja, descortinou sempre algo em prejuízo da sua equipa. Foi e tem continuado a ser sempre assim quando o Benfica lhe ganha. Não me esqueço da célebre frase do “pau de marmeleiro”, hoje tão usada, mas que o “erudito figurante”, sem rebuço, atirou a um árbitro aquando de um jogo contra o Benfica, ainda ele orientava o Moreirense.
Mas o discurso da entrevista tem uma orientação clara. Ao bater na tecla de há trinta anos, omitindo a podridão de um poder corrupto, precisamente nos últimos trinta anos, e enviando indirectas a Jorge Jesus e ao Benfica, Manuel Machado sabe bem a que porta está a bater, de mansinho. Subreptìciamente, nas entrelinhas, revela a sua secreta ambição de um dia saborear a fruta e os rebuçadinhos do clube condenado por corrupção tentada. Sabe que o futuro do “escova dentes” no respectivo grémio não é longo e que a oportunidade pode surgir.
É preciso saber perfilar-se, e assim, aludindo ao que se passava na Luz há trinta anos, esquecendo-se que o seu rival ilhéu ainda no época passada apanhou seis a zero do Benfica em sua própria casa e por conveniência ou não “esquecendo-se” também de referir que o Estrela da Amadora apanhou a mesma dose, em 2008 em casa do clube condenado – despontando ele para este mister nesse
espaço de tempo de trinta anos – nada melhor que piscar o olho ao clube da fruta e da corrupção mandando umas “farpas” disfarçadas ao Glorioso.
O certo, certo, é que ficou perturbado com os números, pois não vá outra vez repetir-se a dose de oito quando jogar na Luz e por isso ensaiou as suas falácias habituais. Às tantas, só um Pedro Henriques para evitar tal hecatombe, com as habilidades iguais às da época que passou. Mas aí, com um empate mentiroso nem a boca abriu. O costume...
No entanto a “taluda” de S. Petersburgo raramente sai duas vezes…

Com uma fisionomia e uma lengalenga que qualquer sério e honesto desconfia, lá vai assobiando para o ar, à espera que algum “pinto” o ouça.
Esperteza e manha não faltam a Manuel Machado, mas ao Benfica e aos Benfiquistas é que ele não engana. E muito menos esse jornal??? nojento que se aproveitou de algumas declarações dele para envenenar a opinião pública. Já não basta o constante achincalho ao Benfica como ainda recentemente se referiram na folha “on line” à “taça da feira”, – textualmente assim – o troféu que o Benfica ia disputar com o Celtic ao Canadá e que ganhou.

Devemos ler e estar atentos à estratégia baixa dos nossos inimigos, os inimigos do Benfica. Nem um cêntimo para essas publicações. A nossa táctica é lê-las obrigatòriamente “à borla” numa mesa de um qualquer café.
Esses anti-Benfiquistas primários merecem isso do Benfica e dos Benfiquistas.
Não se esqueçam, leiam mas não comprem.
E pronto, vamos lá então rever o “sketch” dos Gato Fedorento sobre o Manuel Machado.

GRÃO VASCO

domingo, setembro 6

Luisão!!!!


Mais um grande jogo de Luisão com a camisola da sua seleção. Desta vez coroada com uma grande golo de cabeça, que calou toda a Argentina (e muitos Jornaleiros e Paineleiros no nosso cantinho à beira-mar plantado).

Titularíssimo na Canarinha e no Glorioso, é neste momento um dos melhores Centrais do Futebol Mundial.


Tal como David Luiz e Sidnei, chegou ao Benfica muito novo e rotulado de grande esperança. Foi crescendo e aprendendo e o apesar de um começo fraco, foi se impondo no onze. Hoje é o sub-capitão, mas devido à pouca utilização de Nuno Gomes, é o homem que mais regularmente utiliza a braçadeira e nos lídera em campo.

Uma pequena curiosidade: Chegou ao benfica em 2003 (contratado por Vieira) por 1 milhão de Euros. E com a visibilidade que tem tido na selecção o seu valor tem disparado.


Luisão chegará ao mundial com 28 anos, no pique da sua forma e com dupla nacionalidade. Jogador forte e maduro, titular do Escrete e com passaporte Europeu... ui... venham 25, 30 ou 35 milhões para o comprar.


V.

Qual deles é que é o BURRO?


sábado, setembro 5

A maior chacota deste país

Com o campeonato parado, e sem o minimo entusiasmo pelo escrete lusitano, é bom relembrar o que é a maior podridão deste país e recordar (sim, porque isto é para ver, para rever, para partilhar, etc.) a " história nunca contada na história nunca contada de Pinto da Costa "


BASTA CLICAR AQUI

É uma grande trabalho dos GF, e é também a confirmação de que além de serem a maior merda do país, são também o maior motivo de gozo.
Especialmente com um presidente como o peidoso...


ps.- parece que o juju, além de estar a ficar cada vez mais chéché, também desconfia dos "árbitros de baliza".
Mas qual é o problema dele?
Tem medo de quê??
O que o preocupa???

Será que teme que assim seja mais dificil ser beneficiado?
Ou será que teme que mais árbitros signifiquem mais suborno, e que as mamãs dos tansos dos adeptos azuis e broncos não cheguem para as encomendas?!?

Bem, a verdade é que com árbitros de baliza seria mais dificil ao olarápio roubar o ENORME em plena catedral e oferecer (mais uma) vitoria à escumalha corrupta.
Mas nem assim conseguiram impedir o ENORME de ser campeão...

terça-feira, setembro 1

A BICICLETA DO HÉLDER CONDUTO

Já em ocasião anterior aludi a este espécime.
Ontem, saiu do Estádio da Luz com uma bicicleta às costas.
Paradoxalmente, era a bicicleta que puxava por ele e não ele que puxava pela bicicleta.
Uma anormalidade patenteada ao longo de todo o jogo entre o Benfica e o V. Setúbal, que demonstrou a falta de categoria, de profissionalismo e de respeito pelo Benfica e pelas suas Gentes.
Hélder Conduto continua a ter uma “conduta” vergonhosa e indecente quando é destacado pela RTP para “cumentar”, “relatir”, ou lá o que é – pois é quase indecifrável qualificar o que ele faz ao longo das transmissões dos jogos em que o Benfica intervém.
Neste último jogo questionei-me novamente sobre o seu comportamento verbal.
Dizem que é benfiquista. Benfiquista?
Das duas, uma. Ou vive aterrorizado por qualquer potencial despedimento e faz o jogo de algumas chefias como que tentando justificar a todo o custo o seu ganha-pão com uma “imparcialidade recomendada” através de referências a assuntos laterais e não só, tentando com isso minimizar e achincalhar o Benfica, ou revela total incompetência para “relatir” ou “cumentar” os jogos em que o Benfica intervém.
Foi uma noite em que Conduto bolçou disparates em catadupa que revelaram uma disfunção doentia e que urge tratar com a maior brevidade.
Começo pela assistência.
Ao invés de atirar, como atirou, com um número calculado a olho e sempre por defeito, deveria certificar-se de que na Luz estiveram mais de 40.000 pessoas e não os “minimizantes” 30.000 que mencionou inicialmente. Se quisesse ter sido rigoroso e sério teria aguardado pela informação correcta.
Depois, dando continuidade à sua aberrante exibição, começou por referir que “Javi Garcia não marcava golos desde quando jogava no Osasuna”.
- Que interesse tem isso? O Javi é goleador?
A seguir foi o “Cardozo que já ia em dois “panaltys” falhados para o campeonato da Liga…”
- Mas com que propósito este pascácio faz estas alusões?
Mas a estupidez e a imbecilidade não pararam por aqui. Elas continuaram a fluir imparável e miseravelmente na postura de Hélder Conduto aos microfones da TV.
E lá veio a “ferroadela” no David Luiz. “Um grande defesa central, transformado em defesa-lateral banal”.
Mas quem é este “gajo” que continua a vomitar como um vesgo, este chorrilho de referências deslocadas e eivadas de um anti-Benfiquismo do mais bastardo que se possa imaginar?
Depois foi Schaffer o alvo das sujas leviandades do Conduto.
Fez uma alusão muito depreciativa, rotulando malèvolamente a sua estadia no IFK Gotemburgo com uma estúpida patacoada acabando por rematar que o jogador veio para o Benfica para se reabilitar.

Quem esteve atento, apercebeu-se inequivocamente que as intervenções deste “fenómeno” foram sempre depreciativas para o Benfica tentando depois amenizar essas suas críticas com um ou outro “elogio” barato e por vezes despropositado, como que dando “uma no cravo e outra na ferradura”.
Fez-me lembrar um “rolha”, que a todo o custo quer manter a sua cabeça fora de água, quer manter a sua “sobrevivência”!
Esta foi, seguramente, uma das piores e mais lastimáveis “exibições” de um “cumentador”, que recentemente passaram na Luz.

A RTP, como televisão pública tem de pôr mão neste despautério.
Todos sabemos que esta estação está infestada de “andrades” com alguns “lagartinóides” à mistura. Esta é a verdade. Nua e crua!
Houve, em tempos, “directores de comunicação” que não fizeram outra coisa senão seguir a estratégia de “tomada de poder” em todas as frentes, fazendo o seu “trabalhinho” em prol da agremiação condenada desportivamente por corrupção tentada, sendo depois generosamente recompensados com um lugar de destaque na agremiação da corrupção e da fruta. Hoje, quem estiver atento “ao sotaque” da maioria dos elementos que desempenham funções na área desportiva da RTP, constata iniludìvelmente que a “pronúncia do norte” abunda desmesuradamente em todas as tocas desportivas dessa estação, desde a capital até ao “norte corruptor”, e que quase sempre chega a atingir uma nojice e uma sem vergonha descaradas, onde a isenção, o rigor e a imparcialidade são valores há muito jogados ao caixote do lixo.
Mas paradoxalmente e finòriamente, para disfarçar, lá colocam de quando em vez estes testas de ferro que fazem o papel de autênticos comentadores fantoches.
Hélder Conduto, se por acaso, nestas alturas, fosse radiografado por qualquer departamento médico, entraria imediatamente para o “Guiness”. Seria um fenómeno à escala mundial. Os serviços médicos iriam encontrar um ser humano sem coluna vertebral, bolçando um anti-Benfiquismo “forçado”, do mais reles que se possa encontrar!

Mas não contente com os constantes dislates em relação ao Benfica e seus jogadores, para gáudio da corja anti-Benfica que o ouvia e assistia à transmissão, ainda relatou o episódio entre Jorge Jesus e Carlos Azenha.
- Mas que interesse tem isso para o jogo e para os espectadores da TV?
Que interesse tem para o jogo em causa, para os adeptos Benfiquistas e do V. Setúbal, que o Jesus e o Azenha em 2002 se tivessem travado de razões?
Com que objectivo refere que o Jorge Jesus teve de pedir desculpas formais ao Carlos Azenha, e que isto e mais aquilo?

Urge a Conduto tratar-se!
Porque se não te trata, alguém, mais tarde ou mais cedo, vai tratá-lo e bem!
É que há uma boa terapêutica inicial para que fique saudável.
É só engolir o microfone que acaba-se a “brincadeira”!
Nem a bicicleta o ajudou!
Numa noite corrida, e sempre a um ritmo veloz, viu o “oito” das suas rodas, mas lamentàvelmente nem pedalar nela soube!
Realmente é mais um “triste” ao “serviço” da RTP.
Que venha o “carro vassoura”!

GRÃO VASCO

PS – Ainda me lembro, em recentes jogos do clube da fruta e dos cafèzinhos, quando se referia a um jogador como o “el cômándántê”.
Que parvoíce pegada e pegajosa!
Do outro, do “professor” Tadeia nem vale a pena falar! Outra lástima!
E quando a dada altura, esta dupla ridícula equacionou a hipótese “académica” do V. Setúbal recuperar dos cinco a zero?
Mas estas aberrações andam a brincar com os telespectadores ou andam a fazer da RTP e dos jogos com o Benfica, um recreio?
O Benfica terá de pôr mão nisto. E depressinha!