quinta-feira, maio 7

O nosso Andebol!


O clube mais eclético de Portugal venceu ontem a agremiação das Osgas, nas meias-finais do Playoff.

Uma vitória categórica que só não o foi mais pois o melhor jogador nacional (o grande Carlos Carneiro) jogou a 50% e a dupla Nicolau&Caçador muito ajudaram as osguinhas.

No fim de semana a ver se calamos de vez o treinador-palhaço das osgas, a quem só lhe falta o cabelo ridículo para ser o Paulo Bentolas do Andebol. O ar de burro, a incompetência e o discurso ridículo e inflamado, é igual ao do seu irmão símio!

quarta-feira, maio 6

Chelseagate.

Meus caros,

ainda estou pasmado com os comentários dos comentadeiros amestrados do Olibeiredo....

A liberdade de expressão é uma coisa tão bonita.....

"Um árbitro que teima em ser figura do jogo"; "Não me lembro de um árbitro com um trabalho tão fraco"; "Já está condicionado pelo que fez até agora"; "Não marcou nenhuma das 4 situações de clara grande penalidade"; etc, etc, etc.

Em primeiro lugar, gostaria de dizer que não tinha preferência pelo segundo semi-finalista, mas a ter de optar torcer por um deles, era mesmo pelo Barça, primeiro porque é a equipa que melhor futebol joga e porque é sempre apetecível um encontro CR7 vs Messi numa final.

Bom, o Chelsea fez um jogo fantástico tácticamente, foi prejudicado sim pela arbitragem, para não dizer muito. E daí? Fico pasmado pelos comentadeiros, sublinharem, insistirem, voltarem a dizer, bradar, e sobretudo a terem visões tão claras de lances que cá no burgo já aconteceram iguais ou piores e no minimo são "duvidosos", "o lance é muito rápido", "tems de dar o beneficio da dúvida", "parece haver" ou ainda "temos de perceber que o árbitro de onde se encontra talvez não tenha a percepção"....

Vergonha é o que deveriam de ter na cara!
Quem os ouviu hoje e os ouve normalmente.........

Off- Por falar em jornaleirismo, passei no quiosque e vi as primeiras páginas dos pasquins: Catitas sim.....No Rascord o chavão era "Adiós Reyes"......LOL.
É que até pode ser, mas ó meus amigos, o S.L.B. tem até final do mês, que ainda agora começou, para exercer a opção de compra do restante, porque já detem 25% do jogador. Portanto, "Adiós" sim....mas só se o Benfica quiser. E se não quiser, até pode ser que ofereçam os 25% do passe que detemos à entidade reguladora da comunicação social, para financiar acções de formação sobre "Jornalismo" e assim formar todos os jornaleiros da nossa praça.

ASSIM NAO DÁ

Que bonito, estou verdadeiramente "banzado" com tudo o que se está a passar.
E mais, com os apoiantes, leia-se Benfiquistas, de toda esta situaçao.
Começo pelo princípio: o campeonato, que já tinha os dois primeiros lugares designados quando começou, está a chegar ao fim.
Constata-se a importância que o Glorioso tem, pois nao é que ao invés de incensarem o campeao e o vice-campeao, a preocupaçao dos jornalistas (chamemos-lhes assim), se centra nas aquisiçoes e dispensas do Benfica?
E os Benfiquistas entram em paranóia, ficam em polvorosa.
E é um fartote de rir, o "caso" Reyes. E prestimosos, os jornalistas(ooops), já informaram que um qualquer funcionário do A. de Madrid, já sabe, repito, JÁ SABE, que o Benfica nao vai exercer o direito de opçao. E que Reyes, vai servir de pagamento, tipo moeda de troca ao que resta de Paulo Assunçao.
E nem conta o facto de o Benfica ter até ao dia 31 de maio para exercer o direito de opçao, e deter 25% do passe do Jogador.
Melhor que isto, nem a saudosa tele-novela Gabriela de boa memória.
Luís Filipe Vieira respondeu como um grande Senhor, escudado na obra feita, certo da grandeza devolvida ao Benfica, ciente da justeza da sua acçao ao leme de tau grande Nau:" o Benfica nao trabalha sob pressao".
Toma e vai-te limpar a este guardanapo.
Depois, temos um acéfalo adepto do F.C. Batoteiros, de seu nome Burro de Carvalho, que se dispoe, a mando da Olive dos Porcos, e com o beneplácito de D. Giorgio di Bufa, evidentemente, tomar de assalto o lugar mais importante ao cimo da Terra: a Presidência do Benfica.
E para compôr o ramalhete "foi buscar" o ex-jogador do Benfica, Petit, que recorde-se, desfêz-se em elogios à Direcçao do Benfica, por lhe ter permitido "fazer o contrato da minha vida, sem opôr obstáculos de qualquer espécie".
E agora cospe na mao que lhe deu de comer.
Enfim.
Petit, serviu o Benfica (exceptuando a última época) com aplicaçao e denôdo. Ao fim e ao cabo para isso lhe pagaram principescamente.
Mas...será que Petit, no balneário foi um jogador modelo?
E que dizer do seu amigalhaço Nuno Gomes?
De resto tudo como em anos anteriores.
Sao já nove os jogadores apontados ao Benfica, e ainda faltam três jornadas para a farsa terminar.
E que dizer da guerra das cervejas?
Eu quase nao acredito que bastou D.Giorgio di Bufa, ladrar, ao seu estilo, qualquer coisa acerca da marca de uma cerveja, para os Benfiquistas, se encrisparem fazendo uma via sacra de propósitos de boicote.
O que Giorgio di Bufa se riu. Só faltou abrir o champagne. Vejam se alguém do clube duma só côr o azul-e-branco e o das osgas nojentas e submissas, vieram a terreiro boicotar a Sagres?
Giorgio di Bufa domina, o futebol, a justiça, os árbitros, os bandos de criminosos de Palermo e...as mentes dos Benfiquistas.
Essa é que é a grande verdade.
Há que confiar na Direcçao.
Há que apoiar Treinador que o único erro que cometeu foi acreditar que os árbitros portugueses sao honestos e a justiça é cega.
A esta hora Quique deve estar espantado como é possível em pleno séc.XXI, fazerem-se penaltis de propósito, substituiçoes suicidas, jogos ao ritmo de aquecimento.
E juízes dizerem que há uma tabela para comprar árbitros.
Há que apoiar Jogadores, que sao do melhor que há em Portugal.
Nao prmitissem os árbitros entradas criminosas a jogadores do Benfica EM TODOS OS JOGOS e veríamos toda a virtuosidades de que sao capazes.
Apetece gritar bem alto para que de uma vez por todas os Benfiquistas deixem de ser TÓTÓS.

terça-feira, maio 5

Ora aí está.

Parabéns aos jornaleiros avençados que vaticinaram e rogaram a presença de Portugueses na final de Roma. Fizeram-vos a vontade:

Parabéns CR7 e Nani.

P.S.- Ó Ronalda, podes estar descansada que os adeptos do Arsenal que passam férias na Madeira não são animais, logo não te vão roubar nada. Se fossem, lá teria de ser a dobrar.

Off-topic- E não é que depois daquele "curioso" minuto 58....depois do flash interview onde o cardoso profeta pescador contente que estava por ter errado e levado na cabeça, proferiu "o fim da tormenta e os bons tempos que virão"....e não é que lhe deram na jornada seguinte um árbitro amigo da.....casa?......Até direito teve a um daqueles penalties fantasmas que só se vêem quando o traje é igual mas em azul? Ele há com cada uma.....e lá vão a fugir do abismo....Não sei é se conseguem....falta categoria e graveto. A menos que consigam o empréstimo com ordenados pagos pelo remetente, de aí uns 24 de 65 jogadores que por aí fazem fret....pululam na Liga.

segunda-feira, maio 4

LEVE, FRESCA E LOIRA...

Em pleno final de tarde, Tripeiro Vermelho caminhava lentamente sobre o empedrado irregular da calçada de uma viela ribeirinha de “Palermo”. Estava em território inimigo, e todo o cuidado era pouco.
Carregava consigo uma volumosa mochila bastante pesada, tal era a dificuldade e o esforço que fazia, dando passadas vagarosas, com o seu corpo acentuadamente curvado para diante.
Embora confiante, sentia algum receio que aparecessem o “Óvigário” ou o “Jójó do Lordello”, ou ainda “Os Manos Costa”, lendários especialistas do gamanço, que sem contemplações, fosse qual fosse a circunstância, não se fariam rogados em dar uma valente palmada na sua mochila e cavar, tal o descaramento dessa gentalha marginal tão bem protegida por muitos agentes a soldo de Giorgio e seus capangas.
No entanto, ao lidar durante longos anos com esta corja, Tripeiro Vermelho ganhou alguma experiência e conhecimentos que o precaviam contra estas perigosas quadrilhas.
A meio desse tal beco ribeirinho, encontrou-se com Andrade Corrupto, o fanfarrão de outras histórias e outros “carnavais”, cego pelo grémio da Fruta Corrupção & Putedo, cuja vida se tinha cruzado com a dele quando ambos trabalhavam como engarrafadores numas caves inglesas de vinho generoso em Vila Cagaya.
Restava uma relação cordial de outros tempos e umas larachas de ocasião quando se encontravam. Tripeiro Vermelho nunca esqueceu este malabarista que por sorte não o arrastou consigo para a desgraça. Hoje, já reformado, relembrava-se muitas vezes da façanha de Andrade Corrupto que só não enriqueceu, porque nessa altura a justiça em “Palermo” não tinha ligações promíscuas a “capos”, que anos depois começaram a proliferar assustadoramente e que transformaram “Palermo” e a sua filha bastarda Cagaya, pejorativamente epitetada de Marrocos, em autênticas metrópoles mafiosas.
Nessa altura, já Andrade Corrupto, à sorrelfa, ganhava uns generosos cobres provenientes de “luvas” oferecidas por fornecedores galegos que vendiam rolhas de cortiça falsificada, à empresa vitivinícola onde trabalhava. O “artista” chantageava o encarregado de compras, pois sabia que este, todas as quartas e quintas-feiras, a partir das cinco até às sete da tarde, e mesmo à noitinha durante alguns serões, entre cubas, pipas e tonéis, à média luz, nas escuras profundezas daquelas caves, afinfava no melhor néctar com a insaciável e bela mulher do administrador britânico da empresa. Este “affaire” laboral era intenso e escaldante. Nos fogosos momentos daquela paixão proibida, a graduação do generoso, naquelas pipas que o envelheciam, e que tanto jeito davam como biombos de ocasião, subia tão espontaneamente que o néctar nem necessitava de aditivos. Até as aduelas chiavam!
Assim, Corrupto ia conseguindo falsificar as propostas para aquisição das rolhas, cuja prioridade na compra era sempre dada aos seus “amigos”. Quando se soube da marosca, pois na empresa começou a detectar-se, pela frequência cada vez maior de reclamações dos consumidores, que este vinho fino se deteriorava rapidamente nas garrafas, Corrupto, avisado por Lorênzo, que por sua vez tinha um inspector bufo na polícia de investigação, antes da busca à sua casa e do respectivo mandato de captura, deu à sola com uma amante, pressuposta afilhada, para SanMilagro de Comportela e lá se manteve por umas longas semanas até a borrasca acalmar. O chefe das compras também fugiu, mas foi para Inglaterra, e como tinha jeito para o pontapé na bola, ainda jogou nas reservas do Manchester United, mas sempre a escapar-se do “cámone” das caves. Andrade Corrupto, passado tempos, quando resolveu regressar pensando ficar impune, foi apanhado, julgado e condenado – eram tempos em que em “Palermo”, os tribunais eram tribunais e os juízes e as juízas se vestiam da cor da justiça, coisa que passou de moda, para actualmente usarem o azul dragontino carregado, do descrédito total – pela falcatrua das rolhas e foi ainda obrigado a indemnizar a empresa pelo “desvio” de cem pipas de um “vintage alto-duriense” da Pesqueira, muito procurado nessa época pelos apreciadores e grandes importadores da velha Albion. Dois barcos rabelos trafegueiros, sob as ordens de Corrupto, em vez de aportarem junto às caves, seguiram rio abaixo e secretamente fizeram a respectiva “transfega” para um veleiro inglês que ancorava junto à foz, um pouco à direita do cabedelo. Para camuflar mais esta trapaça, os barcos rabelos, logo após a “transferência” naufragaram devido à corrente…
O pior veio de pois, pois alguém, que ficou a ver navios, não se calou, “botou a boca no trombone” e pronto “lá se entornou a vinhaça”.
Só não ficou provado que tivesse sido ele o mandante do afundamento dos barcos.
Mas nem as influências maquiavélicas de Lorênzo - a eminência parda sempre omnipresente do grémio da Fruta Corrupção & Putedo, seu amigo fiel de longa data - nem a imagem e a cruz benzidas do santo que trouxe de SanMilagro, lhe serviram de atenuantes.
Mesmo jurando inocência, por São Longuinhos e pela virgindade dos vizinhos e afilhadas, Andrade Corrupto não se livrou de apanhar uma pesada pena.
Após cumprir uns anos no xadrez de Kustóiaz, onde teve oportunidade de tirar uns “cursilhos” com diploma e estágio nas saídas precárias, dedicou-se à actividade por excelência desta camarilha – proxeneta e passador.
Andrade Corrupto simpatizava com Tripeiro Vermelho. Tinham sido colegas de trabalho, e Tripeiro tinha sido sempre correcto com ele. Mesmo na altura em que Corrupto foi apanhado com a boca na botija. Por isso, naquela tarde, quando o vislumbrou, soltou mais uma vez o seu estridente assobio e chamou-o:
- Ó Vermelho, Vermelho! Eh pá! Que andas por aqui a fazer? Como é que é, pá? – perguntou Corrupto, um pouco admirado, pois sabendo que Vermelho sofria do reumático e da coluna, via-o carregado com um enorme peso nos ombros e costas.
- Como é que é? Como é que é o quê? Não estás a ver? – respondeu o Vermelho.
E sorrindo continuou:
- Estou a semear para colher!
Colher? – perguntou meio apalermado o Andrade.
Tripeiro Vermelho parou um pouco, tirou a mochila, pousou-a no chão e abriu um dos seus fechos de correr, retirando um objecto cilíndrico do interior.
Era uma lata de cerveja da marca Sagres e exibiu-a na direcção do seu antigo colega de trabalho, dizendo-lhe:
- Olha, eu agora só consumo Sagres. Tenho alguma dificuldade em encontrá-la aqui em “Palermo”, pelo boicote que os teus comparsas lhe fazem. Por isso estou a refazer o meu “stock” mensal, trazendo do minimercado do “mouro” umas quantas por dia, nesta mochila, que estão a oferecer como promoção. E que mochila! Bem resistente, vermelha como eu gosto, e com espaço para enfiar aqui uma dúzia e meia delas, caso precise de transportar algumas, quando vou ver o meu Glorioso!
E não se detendo, continuou:
- Sabes, antigamente ainda bebia daquela “mijoca” dali dos lados de Lessa, mas por causa da água usada no seu fabrico começava a ficar com a barriga tão pesada que ela descaía-me tanto, tanto, que me trilhava o “birimbau” e a “colhoeira”. Tinha que me pôr de lado para que tudo entrasse novamente em funcionamento e a arejar. Agora esta, a Sagres, tem outra leveza e outro sabor, é feita com os melhores maltes e lúpulos, e com a garantia de que a água é de grande qualidade para o respectivo fabrico. Refrigerada, fica leve, loira e fresca. É um prazer bebê-la!
Porra! Parece mesmo que estás a falar de uma gaja boa! – respondeu ainda meio aéreo o Corrupto.
O que é que queres com a nossa idade? A tua velhice, como a minha, só te confere a hipótese de fazeres umas “mijas” e se beberes a Sagres, que é excelente, garanto-te que não molhas os sapatos, nem as cuecas!
E mais, ó Andrade, a Sagres é a cerveja que apoia o meu clube, O Benfica, percebeste?
- Ai é? – perguntou então o Corrupto a olhar já meio de esguelha.
E mais, como a minha próstata funciona a meio gás, a Sagres dá-me uma vontade de mijar que nem te digo! Vou à horta e aquilo é que é regar! Um regalo! – ufanou-se Tripeiro.
Bem, eu também tenho esses problemas, como tu sabes, mas a chatice principal é que os meus tomates também sobem por contrapeso da barriga! E também já reparei que quando bebo da outra, porra, ainda fico com eles mais entalados contra ela – disse muito sério Andrade Corrupto.
E prosseguiu no seu raciocínio:
- Olha, pelo sim, pelo não, vou nessa, vou na Sagres. Não tenho mas é horta, mas logo se verá. Só não trago a mochila. Para disfarçar vou levar o carrinho de “compras” azul que o meu padrinho, o Giorgio, me ofereceu como prenda dos meus seis meses de sócio e agitador na Fruta Corrupção & Putedo.
- Ó Andrade, mas nem é tarde, nem é cedo, pá! Se é assim que desejas, vendo-te já as que aqui trago e recebes uma de bónus, que é “oferta da casa”, ok? - respondeu e propôs o Vermelho.
Andrade Corrupto pensou um pouco, meteu a mão no bolso esquerdo das calças como que confirmando a presença de “cacau” e atirou:
- É para já!! Assim nem me dou ao trabalho de me deslocar. Negócio fechado. Toma lá a nota, passa para cá o líquido e “bibó”…o teu Benfica!
Tripeiro Vermelho, ao outro dia, trouxe a mesma quantidade, duas de bónus e mais uma mochila.
Não se sabe se vendeu essa nova remessa de Sagres ao Andrade Corrupto. Mas é muito provável que sim!

GRÃO VASCO

domingo, maio 3

"COMIGO, O BENFICA ESTÁ ******!"



Por mais frouxas que tenham sido as exibições do Benfica, como é que isto pode ser possível?

Histórico

Desportivo das Aves 0 - Benfica 1 (Liga 2007)
Arbitragem vergonhosa, célebre "penalty" por "mão intencional" de Karagounis e nos vinte minutos finais com uma inclinação assustadora do campo em relação à baliza do Benfica

Benfica 0 - V.Guimarães 1 (T. Portugal 2007)
Arbitragem vergonhosa, célebre golo com a mão de Flávio Meireles

Submissos 5 - Benfica 3 (T. Portugal 2008)
Arbitragem manhosa e vergonhosa, evitando o 3º golo do Benfica, com Luisão agarrado na área, pantufada sobre o DiMaria e 5º golo do adversário precedido de falta com o bónus final do árbitro

Benfica 1 - Corruptos 1 (Liga 2009)
Arbitragem vergonhosa. Expedito a marcar penalty contra o Benfica com posição de fora de jogo do adversário, expulsão de Katsouranis, hesitação na altura do golo do Benfica - foi o árbitro auxiliar que assinalou a bola dentro da baliza dos corruptos

Trofense 2 - Benfica 0 (Liga 2009)
Golo do adversário em fora de jogo e condicionamento dos jogadores do Benfica, através da amostragem de cartões

Benfica 0 - Guimarães 1 (Liga 2009)
Arbitragem manhosa, evitando o avanço do Benfica

Nacional 3 - Benfica 1 (Liga 2009)
Arbitragem vergonhosa com um "penalty" por marcar por mão de Cléber do Nacional, mão não marcada por jogador do Nacional à entrada da sua área

Solicito a Todos os Benfiquistas leitores do blogue que ajudem na actualização deste post, quanto a outros resultados do Benfica com este árbitro a apitar, e a sua actuação ao longo desses jogos. Façam-no nos comentários correspondentes a este post. Obrigado.

GRÃO VASCO

Coincidências "engraçadas"

Caros,

A equipa pode não ter jogado nada, o Quique pode ser um autêntico calhau (e é, então no que toca a substituições é melhor nem tocar no assunto), mas é "engraçado" comparar e lembrar que, na 1ª volta, foram roubados 2 pontos ao Benfica em cima do apito final porque a bola foi bater na mão do Miguel Vítor - que estava no chão, de costas, e tinha sido derrubado por um jogador do Nacional - e no jogo desta noite, com o mesmo Nacional, uma mão deliberada de um artista da equipa madeirense não deu lugar a penalty (com o resultado em 2-1) e passados uns minutos, outro artista madeirense volta a jogar a bola com a mão à entrada da área e falta..nicles.

Mas isto é apenas mais falatório, vale o que vale - que é nada - a impunidade e a arrogância é total que estas coisas já são todas feitas totalmente às claras, já nem se preocupam em ser apenas tendenciosos.

Já o disse e volto a dizer: isto só há-de começar a ir ao sítio quando o túnel do Estádio da Luz começar a ter alguma "utilidade". If you know what i mean.....

Saudações da Portela

P.S.: mais uma coisa: é também "engraçado" constatar as estatísticas do artista do apito de hoje, nos jogos do Benfica este ano:

2ª jornada: Benfica 1-1 corruptos
13ª jornada: Trofense 2-0 Benfica
22ª jornada: Benfica 0-1 vitós
27ª jornada: Nacional 3-1 Benfica

Isto só esta época. Agora retirem as vossas conclusões...

sábado, maio 2

NOTAS SOLTAS

Homenagem a Rui Costa

1. Excelentíssimo Dr. Ricardo Costa, V. Exª desiludiu-me e desiludiu muitos dos aficionados deste futebol de podridão em que a esmagadora maioria dos seus agentes e dirigentes não tem carácter nem um pingo de vergonha das asneiras que fazem.
Tinha-o por uma pessoa exemplar, isenta, sensata, com a dose de bom-senso que deve presidir a um julgador de actos e comportamentos humanos. Aliás, foi o que sempre me ensinaram na Faculdade da vetusta Universidade onde V. Exª, dizem, é Professor. Outros tempos bem longínquos de que obviamente se não lembra!

V. Exª não é juiz e isso, nos tempos que correm, era logo, infelizmente, uma faceta a seu favor. Professor versado em direito desportivo, foi capaz de interpretar o direito disciplinar que lhe cabe aplicar como um ramo do Direito autónomo do Direito Penal. Assumiu-se como Presidente de uma Comissão Disciplinar que ousou desafiar a estrumeira do sistema da corrupção desportiva com larga implantação, benefício e devoção.

Desatinou V. Exª, a partir de então. Julgou necessário justificar o que bem justificado estava, num laivo de protagonismo que diria insensato quão ao julgador é sublime o recato. Deu azo a resposta aziaga e acre da corja imensa dos tarefeiros do sistema batoteiro que houvera condenado, ávidos de um pretexto para o crucificar em hasta pública. E os que louvavam sua coragem e rectidão hesitaram perplexos, questionando-se sobre a firmeza, coragem e convicção, vendo até no desatino um resquício de contrição.





2. O que o “Público” relata, citando a “Lusa”, desfez em cacos o último resquício da ilusão. Alegadamente aí se diz, citando V. Exª, Dr. Ricardo Costa, que a Comissão Disciplinar não instaurou um "sumaríssimo" a Paulo Bento … «porque o árbitro “observou” a reacção do treinador do Sporting e a omitiu no relatório» …
E acrescenta V. Exª:

«Naquele caso podia-se colocar a hipótese de dizermos que é uma conduta extraordinariamente grave e partir para um sumaríssimo» …

Com o devido respeito, discordo de V. Exª. É certo que o tão apregoado “sumaríssimo” exige como requisito que o árbitro não tenha “observado” a conduta a sancionar: E como dizem que V. Exª disse, ele “observou” a reacção de Paulo Bento.
Mas a lei que V. Ex cita exige mais, exige ainda que o árbitro não tenha “avaliado” essa aludida conduta.
O artigo 172º, nº 5, in fine, do Regulamento Disciplinar da LPFP exige claramente – assim aprendi na excelsa Escola, (pelo menos naqueles tempos), em que V. Exª lecciona – a verificação simultânea dos dois requisitos, não basta apenas um. Ou seja, é necessário “que se demonstre que a equipa de arbitragem não tenha”:

“observado” e “avaliado”

É o que significa a “copulativa “ e, muito diferente da “alternativa” ou.

Por conseguinte, e com todo o respeito, não basta não ter observado a conduta a punir! É também exigido que, simultaneamente, não tenha avaliado a mesma conduta.

E quem disse a V. Exª que o árbitro “avaliou” a conduta de Paulo Bento? É certo que, ainda alegadamente, diz o seguinte:

… «vamos ver a imagem e vemos que ele (árbitro) está a “avaliar" a reacção de Paulo Bento após a expulsão» …

Pergunto de novo. Como pode V. Exª saber que o árbitro “avaliou” a reacção de Bento?! Foi a imagem que lho segredou?! Foi por telepatia?! Foi porque resolveu presumir indevidamente esse facto importantíssimo?!





3. O mais grave de tudo e que desprestigia a sua Comissão Disciplinar, retirando-lhe toda a credibilidade e isenção, são estes factos ao sabor das ondas e das conveniências. Diz V. Exª que Paulo Bento não foi alvo de “sumaríssimo” e consequente castigo porque …

«o árbitro observou a reacção».

Porém, na final da Taça da Liga, Paulo Bento fez um gesto que toda a gente interpretou – se quiser, Dr. Ricardo Costa, tal como o senhor diz, toda a gente “avaliou” – como querendo significar que o árbitro estava a roubar o Sporting. E não foi castigado por esse gesto! ...
Sabe qual a justificação que foi dada?

«o árbitro não observou a reacção»

Então, qual é o critério? Se observa, não se pode punir! Se não observa … não se pode punir!
Assim, Paulo Bento tem toda a razão! A ele ninguém o cala! Claro que não! …

Mas há mais, Dr. Ricardo Costa! A forma de processo "sumaríssimo" aplica-se apenas aos casos do tal nº 5 do artigo 172º do Regulamento Disciplinar …

… «desde que a sanção a aplicar não determine a suspensão da actividade por período superior a um mês» …

A conduta de Paulo Bento, que a imagem televisiva mostra a todo o mundo, é, como dizem que disse V. Exª, extraordinariamente grave. Por conseguinte, não se lhe aplica “sumaríssimo”. Aliás, nem sequer processo sumário mas a forma de processo disciplinar, uma vez que é esta forma de processo a que se aplica às “infracções disciplinares qualificadas como muito graves e graves e, em qualquer caso, quando a sanção correspondente determine a suspensão de actividade por período superior a um mês”.

Sabe V.Exª, Dr. Ricardo Costa qual o único requisito que a "jurisprudência" prática da sua CD consagrou, quase como um antigo “Assento” do STJ – felizmente considerado inconstitucional – para que ela instaure um “sumaríssimo”?
Não são coisíssima nenhuma os requisitos que enumerou!
O único requisito exigível é que o pretenso infractor seja alguém do Benfica!
Ao Benfica não se presumem avaliações por omissão ou por telepatia de imagem televisiva, de modo a favorecer eventuais prevaricadores! Quem é do Benfica tem o azar de os árbitros se esquecerem e não “observarem e avaliarem” as condutas! Deixam assim, o caminho livre para a Comissão Disciplinar presidida por V.Exª.

Ingénuo, talvez por V.Exª conseguir ser Professor na Faculdade daquela Universidade que eu guardei na minha Pasta com tanta Saudade, ainda pensei que toda a culpa estava nos árbitros, delegados, observadores e outros mandaretes do sistema, em troca da fruta e outras benesses.
Nos árbitros, delegados, observadores e toda a catrefa da trupe que engendram relatórios e castigos a seu bel-prazer e o “amordaçam” à letra e ao espírito da lei, que lhe compete cumprir e aplicar!

Mas há já tantos anos de Saudade da minha Universidade, com tanto Mestre que da Lei da Morte se Libertou!





4. Como bem deve saber, Dr. Ricardo Costa, tudo quanto é juiz e julgador julga-se um santo, imune a críticas que são consideradas um sacrilégio se dirigidas às suas santíficas missões pessoais. Deve saber, por exemplo, que os juízes estão constantemente a fazer queixinhas à Ordem dos Advogados contra estes. E a sua actuação não é em lugar restrito, em segredo, é pública, à vista e ao ouvido de toda a gente.
Os árbitro, também eles uns juízes julgadores, a maioria deles sem preparação alguma para a função de julgar, cometem asneiras atrás de asneiras, à vista de toda a gente. Para eles, arranjaram uma cobertura providencial na frase do errare humanum est que lhes desculpa toda a série de dislates. Julgam-se mais do que santos, julgam-se uns deuses de pacotilha. No fim, garatujam à sorte uma espécie de letras – a maioria nem sequer sabe ler e escrever – num papel a que dão o nome pomposo de “relatório” Aí podem escrevinhar as maiores barbaridades, as mentiras mais deslavas! Tudo em segredo, nada às claras!
E o que dizem é sagrado! Mais sagrado do que a bênção do Papa, o verdadeiro!

Agora dizem que Rui Costa foi punido pela Comissão Disciplinar por ter supostamente afirmado:

«Vocês não falam com as pessoas porque não têm carácter. Tenham vergonha das asneiras que fazem, tenham vergonha»

Isto foi o que a arbitragem escreveu no tal “relatório” do árbitro, a (quase sempre má) peça mais sagrada e santificada em Portugal do que a Custódia de Cristo!





5. Sei perfeitamente que a sua Comissão Disciplinar está amordaçada a esse relicário que, para o Regulamento Disciplinar, é sempre mais verídico e autêntico que dito do Papa, o verdadeiro. Mas compete-lhe, pelo menos, fazer a interpretação do texto e tirar daí as devidas ilações, porque aquele Regulamento Disciplinar não lhe proíbe a interpretação, nem podia proibir, impõe-lha sob pena de transformar o julgador num mero autómato cuja missão seria apenas a de ocupar, fisicamente, o lugar.

Por hipótese académica – que V.Exª, sendo Professor, tanto gosta de colocar na sua cátedra lectiva – vamos supor que as frases foram efectivamente ditas por Rui Costa.
Uma das premissas da interpretação, como V. Exª bem deve saber, é a do contexto e circunstâncias em que elas foram expressas.
Conhece esse contexto e essas circunstâncias? Sabe, por acaso, as maroteiras e os erros de palmatória sistemáticos e reiterados – esta sistematização e reiteração de erros sempre contra um dos contendores não lhe sugere nada? – com penalties inventados, pontapés de baliza transformados em pontapés de canto, tudo a favor do adversário do Benfica? Preocupou-se apenas um pouquinho acerca do porquê – a que V. Exª, como todos os julgadores, chamam de motivo – da hipotética reacção de Rui Costa?

E agora o outro lado da questão, o lado da interpretação do sentido das palavras supostamente pronunciadas. Acha V. Exª – que até já condenou e puniu a corrupção desportiva – que tais frases, no contexto e circunstâncias em que foram pronunciadas, “lesaram a honra e a reputação” de uma arbitragem daquele jaez?
Acha mesmo que tem carácter um árbitro que, depois do que andou a fazer durante um jogo todo, não devia ter vergonha das asneiras que praticou e que são apanágio da sua actuação quando arbitra um jogo do Benfica?
Considera que um árbitro, que até escolhe, ilicitamente também sob o ponto de vista disciplinar, observadores do seu agrado e a jeito para o favorecerem na sua classificação, tem algum carácter? Um árbitro que precisa de uma boa cobertura observatória não será porque quer ver branqueada a sua actuação encomendada e falseada!
Um árbitro desta espécie tem carácter, Dr. Ricardo Costa?





6. Pune-se Rui Costa, um homem exemplar, ele, sim, de carácter bem patenteado e demonstrado ao longo de toda a sua impoluta carreira desportiva, por causa de um arrazoado vingativo de um árbitro sem carácter! E considera-se este o verdadeiro, o deus da veracidade, enquanto aquele é o sacrílego da maldade que, em qualquer caso, apenas supostamente disse a mais cristalina e genuína verdade.

De facto, Dr. Ricardo Costa, fez-se o 25 de Abril para restaurar ou implantar a democracia, o livre pensamento, a liberdade!
Isto na vida civil porque, nos meandros do futebol, foi o mais apropriado e ambicionado pretexto para se reforçar o 24 de Abril a favor dos assaltantes do poder futebolístico, que nele implantaram a corrupção mais refinada que só V. Exª condenou, conquanto, no cerne da mesma, quase com uma pena do “faz de conta”! E sem consequências, nada!
Serviu apenas para reunir de novo o coro dos comparsas, em mais uma beata canonização do patriarca!
Por isso, essa corrupção continua bem activa, coadjuvada, branqueada e abençoada por altos comandos da política e – é V. Exª que o denuncia – pelo seu estranho e timorato arrependimento.

Uma das piores sujeiras que fizeram a este pobre futebol foi tornar a corrupção desportiva, a batotice mais refinada, numa coisa absolutamente banal. Basta ver a canonização que fizeram do papa, o jurador condenado por V. Exª, no dia do 27º aniversário da sua entronização.
Nem Nuno Álvares Pereira foi tão incensado com tão magnificente excelsitude!
E isso, Dr. Ricardo Costa, foi mais uma vitória do clube e do presidente que V. Exª condenou por corrupção desportiva na forma tentada. E são principalmente os julgadores deste país os principais responsáveis, mesmo culpados, por tornar o crime da batotice desportiva uma mera banalidade do nosso quotidiano. A eles se deve a reinstalação epidémica da sensação degradante de todos os valores e, particularmente, os de um dito Estado de Direito, que ganha impulso irreversível, no meio futebolístico nacional, com a velha e ressuscitada frase, afinal, “o crime compensa” …

E já não pega a estafada e malfadada cantilena da falta de leis. Leis há muitas, até demasiadas! A culpa é de que as não sabe aplicar!





7. O digno Rui Costa – o Administrador do Benfica, não o indigno do apito – é punido por dizer a verdade e por lutar contra aquela podridão. Ele, um honrado cavalheiro incapaz de maltratar alguém, nem sequer o maltrapilho do outro Costa sem carácter, de lição bem estudada e cérebro branqueado, vazio e insignificante.

Dr. Ricardo Costa, o digno Rui Costa não pode prestar sequer declarações públicas. Porém, Pinto da Costa, condenado por tentativa de batotice desportiva, já pode regurgitar o arroto da sua costumada e azeda farrampa! E dizem que a Comissão Disciplinar presidida por V. Exª o condenou!
Pode, então, o mui íntegro e honesto Rui Costa tentar corromper um árbitro para que essa tal Comissão Disciplinar lhe permita falar?

Esteja V. Exª bem descansado que, do Rui Costa que injustamente condenou, nunca tal sandice lhe perturbará a consciência!

O que sabemos é que isto é a pura lei da treta! Quanto mais justificações tentam arranjar para justificar o injustificável, mas se comprometem e desacreditam. Por uma vez, tenham a coragem – ou o carácter, como supostamente disse Rui Costa – de se assumir e digam a verdade!
A vossa lei não é cega, tem é dois pesos e duas medidas!
Uma, para aplicar aos corruptos e seus satélites, de resto, umas das faces mais visíveis da corrupção desportiva!
Outra, a mais pesada, não a que julga mas a que efectivamente pune, para aplicar ao Benfica!

Os que ofendem, choram, vociferam, fazem manguitos, chamam nomes às mães dos árbitros, dão cabeçadas e peitadas, arremessam medalhas, encontram árbitros distraídos e analfabetos que nem escrever sabem!
Mas, para V. Exª, Dr. Ricardo Costa, tais ignaros da escrita, da ética desportiva e do carácter, conseguem “observar” … e “avaliar” … e só não divinizam porque ficam envergonhados, não de si próprios e da sua covarde actuação – desconhecem o que isso significa – mas da multidão que os acanha!
E, se nem disso são capazes, têm sempre alguém que, telepata e presuntuoso, observa e avalia em seu lugar e em proveito de quem querem perdoar!
Porque, Dr. Ricardo Costa, só vêm para a televisão pedir perdão os que, contra sua razão e encomendação, cometem o sacrilégio de beneficiar, por pura distracção, o Benfica.
De onde lhes vem e por que terão eles tanto temor que, nessa sua pública, desusada e unicolorada confissão, nem dizem coisa com coisa?

Grazzie Bassano!



Merecido Agradecimento. Cliquem no título.

sexta-feira, maio 1

OS CAES DE PAVLOV

O Dr. Ivan Petrovich Pavlov nasceu em Ryazan, na Rússia, em 1849. Médico e, apesar de famoso por desenvolver o conceito do reflexo condicionado, ganhou o Nobel da Medicina, em 1904, por suas descobertas sobre outro tema: o funcionamento do sistema digestivo.
Os seus estudos sobre o reflexo condicionado, usando cães, foram publicados um ano antes do prêmio, em 1903.
O que Pavlov descobriu é que esses reflexos também podem ser criados do nada, sem um motivo concreto para eles entrarem em ação, além de não funcionarem apenas com animais. Lembra o filme Tubarão, dirigido por Steven Spielberg em 1975.
Sempre tocava a mesma trilha sonora de suspense antes de o tubarão-protagonista atacar algum personagem.
Chega a altura, no filme, em que as notas musicais, sózinhas, já metiam medo aos espectadores, mesmo que nem houvesse um tubarão na cena.
Como vemos, é o mesmo que se passa em relaçao ao Glorioso, porque aqui ao pronunciar o nome Benfica, toca uma sineta, a anunciar a hora de desinformar, para servir de capa à Mafia.
Logo que se pronuncia a palavra Benfica, os jornalistas babam-se largamente e, ladram furiosamente num reflexo condicionado imposto pela Polvo.
Estes apoiantes caninos de D.Giorgio di Bufa desfazem-se em insultos e insinuaçoes maldosas ácerca do Benfica.
Basta pois pronunciar o nome F.C.Batota, para lhes sudarem as maos, tremerem-lhes as pernas, apertar-se-lhes mais o orifício anal(boa!!!!).
Ao invés de Pavlov, Giorgio di Bufa provoca os reflexos condicionados com cafés, chocolates, fruta para dormir, férias pagas por engano a árbitros, envelopes vazios recheados de euros, sovas, etc., etc., etc..
É um fartote.
Seja o que fôr que lhes soe a Benfica imediatamente toca a campainha anunciadora nao de comida, mas de chegou a hora de soltar alarvidades, de cuspir insultos, tentando condicionar a opiniao dos Benfiquistas.
Poder-se-há dizer o mesmo de mim, pois sigo cegamente tudo o que ao meu Benfica diz respeito.
Doentiamente.
Mas há aqui uma enorme e intrasponível diferença.
Desde catraio que sigo assim o meu Benfica: incondicionalmente, mas nisto trata-se de uma Litúrgia, isto é, tudo o que fiz em relaçao ao Benfica, foi tao só a forma como levei a cabo as cerimónias da minha religiao.
Vivo intensamente o meu Benfica, num misto de Romaria /Procissao/Peregrinaçao.
Nao é paradoxal, pois o Benfica ensinou-me que a vida é bela, que deve ser vivida com paixao, mas se queremos disfrutá-la condiganamente, devemos vivê-la segundo os Valores mais nobres do Ser Humano.
Ao mesmo tempo, que ruidosa e alegremente fazia Romaria, participava da solenidade de uma Procissao.
Segui o Benfica nao para me ufanar de pertencer ao Maior Clube do Mundo, segui o Benfica com o sentimento que participava numa solenidade, que seguia os meus druidas, para venerar os meus Deuses, que orgulhosamente ostentavam o Sagrado Símbolo da Águia.
E neste já longo caminhar atrás do Benfica, transformado em Peregrinaçao, que já me levou penosamente ao Calvário, mas também airosamente ao Paraíso, só tenho a agradecer ter-me tocado a ventura de um dia já muito longínculo, a perder de vista, me terem feito Benfiquista, tenho a agradecer dizia, tantos sofrimentos e tantas alegrias: no fundo o meu Bem-Haja por ter podido Amar, sem reservas, o meu Benfica, na certeza que quando esta vida deixar, continuarei a viver na Chama Imensa, que pelos séculos fora Outros se encarregarao de manter bem viva, tal como eu fiz.