quinta-feira, abril 16

VAI UMA RAPIDINHA?

Adeptos querem Assembleia-Geral

Viremo-nos para outras coisas, agora que descarregámos a nossa satisfação.

Face aos constantes erros das arbitragens portuguesas contra o Benfica, o Record de hoje noticia a existência de um abaixo-assinado para recolher assinaturas a fim de convocar uma Assembleia-Geral Extraordinária para discutir a hipótese de o Benfica disputar a Liga Espanhola.

Tal abaixo-assinado estaria a ser promovido por um Núcleo de Benfiquistas de Carnaxide.

Não sei qual a viabilidade regulamentar de uma proposta destas. Não conheço os regulamentos da FIFA e ou da UEFA.

O que sabem acerca do Núcleo identificado e da sua suposta iniciativa?

O que acham da viabilidade da proposta?

Já há uns tempos li essa sugestão num artigo de Alberto Migueis no nosso Jornal, "O Benfica".

Com grande sacrifício para os Benfiquistas que quisessem acompanhar a equipa, não era mal pensado. Tirava-se a mama aos clubes portugueses e mesmo aos outros agentes todos, tais como FPF, Liga, Árbitros.

Também não sei se as assistências na Catedral se mantinham. Os adeptos dos clubes espanhóis podiam sentir as mesmas dificuldades de deslocação.

Haverá com certeza muitas outras interrogações. Cabe aos Benfiquistas darem a sua opinião.

JOE "LITTLE PEOPLE"

QUERIAM AS MEIAS?


JOE "LITTLE PEOPLE"


TOMEM!

BYE, BYE, CHAMPIONS!
FROM MANCHESTER

WITHOUT CORRUPTION!


GRÃO VASCO

quarta-feira, abril 15

E quem tem boca vai....

ao

O Ronaldo aconselha...

P.S.- Muito mais subtil o gesto que fez na Luz quando foi de barco, do que o grosseiro gesto de hoje que os mandou todos para a "rameira que os defecou"....


Sempre pelos portugueses: Obrigado CR7.

Andrades! Já tenho o Champagne no gelo



Assegurei desde ontem os serviços dos 2 maiores Mestres em Voodoo de Lisboa e Vale do Tejo para que nada seja deixado ao acaso. Já fostéis, asseguro-vos.

Com a "consideração" de sempre me despeço.
Até breve.
BOIS.


Aquele Abraço De Sempre A Todos Os Autênticos

terça-feira, abril 14

O juju dos manguitos

Para quem ainda não viu esse gesto cheio de classe, é só carregar no titulo (e ainda se riem com quem lá colocou a imagem e com os comentários).

Ficou-se a saber que a UEFA tinha castigado o juju com dois jogos (pelos vistos o castigo já é da semana passada. ai ai que este nosso jornaleirismo investiga tão bem tudo o que tenha a ver com os porcos azuis...), mas depois da forte argumentação por parte da defesa do "manguitos" reduziu o mesmo para um jogo.
E que argumentos indiscutíveis foram esses?
Nada mais, nada menos do que o gesto (manguito) se dirigia aos seus jogadores, por não terem cumprido um movimento colectivo.
E pronto.
A imagem confirma isso mesmo, e até os jogadores suplentes do fóculporco levam as mãos à cabeça como que a dizer:
"mas os jogadores estão todos parvos, ó o carago?!? então não fazem o que o mister pediu, ó o carago??"
Convenhamos que é uma justificação quase tão boa como aquela do árbitro ir a casa do peidoso presidente (a dois dias de apitar um jogo do c.r.a.c.a.) para pedir aconselhamento familiar...
Logicamente que os tansos dos adeptos azuis e broncos "mamam" tudo!
Assim como os amantes de corruptos.
"Mamam" o do envelope, o do maguito, talvez acreditem que o putedo para o jacinto paixão foi a pedido da esposa do mesmo para apimentar a relação, que a viagem paga a calheiros e familia ao Braziu foi a pedido dos filhos para uma segunda lua-de-mel, e por aí fora...

Se tiverem estômago oiçam aqui a defesa do juju feita por quem já anda no futebol há tempo a mais.
Curioso é criticarem tanto o organismo que permitiu a uns batoteiros participarem numa prova por eles organizada!
Curioso é não repudiarem minimamente o gesto do juju!
Há malta que não tem mesmo vergonha nenhuma...

Hoje, que a escumalha corrupta é o unico representante do futebol português nas provas europeias só quero dizer que, para mim
são a maior vergonha do país!!!!!

NOTAS SOLTAS

Jornais, TV.s e Jornalistas


1. Dizer que o Benfica é enorme e desperta todas as paixões, afirmar que o Benfica é o pulsar do povo genuíno deste país, de países irmãos e da diáspora portuguesa espalhada pelo Mundo, são afirmações recorrentes, irrefutáveis.

Sublinhar que o Benfica é o ganha-pão dos jornais e televisões, é também de uma notoriedade incontroversa, um facto notório que, conquanto não precise de demonstração, é a todo o momento revivificado pela incontestabilidade da atenção que merece, da tinta e do papel que se consome e da verborreia que zumbe numa zurraria infinda que preenche emissões televisivas.


É um dado também incontroverso que o Benfica tem tantos ou mais adeptos em Portugal como Sporting e FC Porto juntos. Todavia, nos órgãos de comunicação social a relação é inversamente proporcional à representação e simpatia clubística. O Benfica tem muito menos representantes, opinadores ou meros jornalistas, do que qualquer daqueles, individualmente considerados.


As causas são diversas, segundo penso.


Os cordelinhos do jogo das influências espúrias não se ficaram pela mera conquista dos órgãos que dominam os votos, as arbitragens, os conselhos que têm por missão fazer justiça no futebol. Estenderam-se naturalmente ao campo comunicacional, igualmente decisivo para, essencialmente, minar esperanças, desalentar, esmorecer ânimos de pura exaltação Benfiquista, desestabilizar.


O sistema espúrio que domina o futebol português dos últimos 30 anos completa o serviço minando estruturas internas e externas. Afasta os Benfiquistas da comunicação social, deixando permanecer ou dando voz aos timoratos da defesa do seu clube, por mera complacência interesseira.

É um disfarce táctico e estratégico porque pode ser maior o impacto de timoratos defensores Benfiquistas, mais enleados nas defesas laudatórias das batoteiras virtudes do inimigo do que nas do clubismo que dizem professar. Às poucas e válidas excepções que ainda resistem, ou não se dá voz a condizer, ou abafam-se com o vozeirão ensurdecedor com que as circundam.


O domínio do informativo estendeu-se ainda à posse de grande parte dos canais televisivos transmissores da comunicação, em especial através de um pivot que começou por um aproveitamento usurário do estado de necessidade dos clubes de futebol à beira da bancarrota, em incestuosa promiscuidade com uma televisão paga com os dinheiros públicos, a qual preferiu enriquecer o intermediário à custa dos portugueses do que ajudar os clubes em que aqueles se associavam e que prestavam relevantes utilidades públicas, que só eles detinham o quase exclusivo da educação física e formação desportiva em Portugal.

À benemerência da televisão pública, com dinheiros alheios, seguiu-se mais tarde a complacência de uma autoridade reguladora que permitiu a concentração e a consequente criação de um oligopólio comunicacional num império poderoso e, ao que parece, com mais olhos que barriga.


Tendo todos estes serventuários do sistema um clube da sua estima, a verdade é que eles são e comportam-se fundamentalmente como anti Benfica e só depois deixam algum espaço para as loas ao que dizem ser o seu preferido.

Na maior parte do tempo de que dispõem, a sua voz e a sua escrita é dedicada a enxovalhar e apoucar o Benfica, nos momentos de alguma glória e euforia.

Foi assim, por exemplo, no último campeonato que ganhou. Para estes magarefes do sistema, o Benfica não ganhou com mérito mas com a ajuda dos árbitros, mesmo que um qualquer Olegário não tenha marcado um golo limpo cuja bola foi retirada bem de dentro da baliza pelo Vítor Baía, para além do penaltie que ficou por marcar no mesmo jogo e da consequente expulsão do jogador faltoso.

E o Benfica perdeu os três pontos, coisa que pouco interessou aos mandaretes!

No entanto, quando o Benfica está em dificuldades, está longe de incomodar os desígnios dos seus, é uma imensidão de conselheiros, todos a dar qual deles o melhor palpite, a conceber estratégias, a delinear tácticas, a pronunciar aconselhamentos, um exsudar de falaciosas bondades, um rorejar de presunçosas boas intenções.



2. Segundo dizem e escrevem várias personalidades do jornalismo, o dono do império da Olivedesportos não tinha qualquer qualificação para se tornar senhor de um império comunicacional como o que lhe entregaram de mão beijada. Para além dessa ausência de credenciais, parece agora que, apesar de ter já uma massa razoável, usurada aos clubes e à televisão paga pelos portugueses, não tinha guita suficiente para comandar um potentado da comunicação social, como o que lhe foi entregue.


Os sinais de que o império abana por tudo quanto é sítio, estão à vista. Primeiro, foi o período de carência pedido à banca para o pagamento dos empréstimos. Faltou a guita.

Depois, e bem mais grave socialmente – mas apenas socialmente – foi o maior despedimento que se verificou até hoje na comunicação social!

Mas fundir o Diário de Notícias, jornal de longa e prestimosa tradição, com o Jornal de Notícias não vai ser uma medida social e até culturalmente menos gravosa!

Se a estas dificuldades se seguirem outras do género, nomeadamente na Sporttv – não esquecer que os clubes estão também em crise – então vou torcer para que, efectivamente, o homem tenha tido mais olhos que barriga!



3. Luís Sobral pretende ser a surpresa das surpresas. Não por apresentar algo de retumbante, que nem sequer pode ser esperado porque há limites para tudo.

É um patusco que julga poder estar de bem com Deus e com o diabo. É certo que ele dá uma no cravo e outra na ferradura mas, felizmente, parece que os Benfiquistas já lhe vão dando o troco que ele merece, ou seja, começam a não lhe prestar a mínima atenção e a fazer de conta que tal personagem não existe.


Ainda não há muito tempo, referia-se ao número de adeptos, reconhecendo expressamente que «o Benfica tem tantos adeptos como F. C. Porto e Sporting juntos».


Que grande novidade! … Mas, adiante! …

Justificava ele a sua dissertação assim:


« … pelo menos é o que me diz a experiência de quase nove anos à frente do Maisfutebol, acrescentada de outros indicadores … »


A experiência de Sobral – madre das cousas – foi obtida à custa do número de comentários que ele obtinha aos seus desmandos e dislates sobre o Benfica. Ele provocava os Benfiquistas para que estes respondessem, comentando. Podia depois gabar-se de que o seu pasquim era muito frequentado, até porque aos comentários dos Benfiquistas se seguiam as réplicas e contra réplicas dos portistas e dos sportinguistas.

A Luís Sobral, pouco importava que se discutisse o sexo dos anjos. Queria era audiências.


Mas, apesar da constatação, não foi para prestar qualquer reverência ao Benfica, que bem as dispensa, vindas de quem vêm. Foi para criticar os responsáveis editoriais seus colegas. E criticar, não pelas primeiras páginas que fazem, mas porque, segundo a sua sapiente experiência, eles «tendem a exagerar as qualidades do Benfica»!


No entretanto, pouco tempo depois quer dar a impressão de que se tornou simpático. Após a derrota passada frente à Académica, entrando na longa fila dos bafientos conselheiros de ocasião – para alguma coisa serviu a revelação recente da existência de um insuspeito conselheiro familiar – vem tentar também o seu impúdico aconselhamento.


v Não acha bem a demissão de Quique, nem os lenços brancos.

v No essencial «o grupo é bom e oferece garantias e diversas soluções … constitui uma base razoável»

v O treinador … «tem nível suficiente para treinar o Benfica» … que,

v « … dificilmente conseguirá melhor treinador do que este espanhol» … pelo que,

v « Porque não apoiá-lo?»

v «Rui Costa é uma solução credível e séria para o lugar que ocupa … precisa de tempo»


Claro que «Luís Filipe Vieira já fez o que tinha a fazer no Benfica».


O que me deixa verdadeiramente intrigado é o aviso que ele coloca em subtítulo, coisa rara e desacostumada! Escreve ele assim:


«Aviso aos leitores (sobretudo os benfiquistas): neste texto não se defende a demissão de Quique. Mas pode ler na mesma.»


Só me ocorre uma resposta, não ditada pela experiência de Sobral mas pela observação e pela convicção de que os Benfiquistas, finalmente, começaram a harmonizar o seu comportamento mais de acordo com os supremos interesses do Benfica.

De facto, nenhum Benfiquista que se preze deve ter a mínima tentação de colocar um comentário, por mais pequenino que seja, naquele pasquim ou noutro qualquer e, em especial, nos escritos pelintras deste patusco opinador.


E é o que me parece estar a acontecer. Os Benfiquistas estão a deixar, não propriamente de dar uma olhadela, mas de intervir!


A provocação do comentário nos jornais e TV.s on line têm apenas como objectivo aferir da audiência de que gozam. Ora, os Benfiquistas devem estar a demonstrar a Luís Sobral e ao seu pasquim on line que os seus reles comentários anti Benfica começam a ter, da parte deles, o destino que merecem, isto é, o desprezo da sarjeta para onde agora parecem estar a lançá-los.


Esperemos que façam o mesmo a todos os outros pasquins dominados pelos anti Benfica!


E se tinta, tempo, saber e Benfiquismo forem precisos para combater os inimigos do Benfica lhes bastam os seus meios de comunicação, Jornal “O Benfica” “Benfica TV” e, em especial, a Gloriosa Blogosfera.

segunda-feira, abril 13

Meus caros,

o que se segue são apenas umas curtas opiniões que eu tenho sobre o Glorioso e sua estrutura dimensional, para evitar celeumas. Não é o meu programa eleitoral, até porque óbviamente não sou Candidato, mas gostaria que algumas coisas fossem bem aproveitadas.

O Clube:

É somente o Maior Clube do Mundo e ouso afirmar que é o Clube mais Eclético do Mundo e provavelmente mais bem sucedido dentro desse ecletismo.

O Presidente:

É o único Homem do Mundo que ocupa um cargo mais importante do que o de Presidente dos Estados Unidos da América.

A Direcção:

São os actores que devem estar sempre on-line e actualizados com todos os quadrantes da sociedade, incluíndo as putas, juízes e magistrados, elementos da p.j., árbitros e familiares, etc . Resulta bem.

O Director Desportivo:

Tem de ser o Box to Box entre o Clube e o Resto do Mundo.

O Treinador da Equipa de Futebol Sénior:

Tem de ser o Líder do Balneário e deve englobar um projecto a longo prazo envolvendo todos os outros escalões.

Os jogadores:

Para mim é muito fácil definir os jogadores ideais para o Benfica - esta é minha e não abdico dela -: Jogador que faça um jogo com o manto sagrado vestido e no final do jogo torça a camisola e não encha uma caneca de litro com o suor....não serve.


Os Adeptos: Meus amigos, há, muito sinceramente que definir o que temos:

1- Os Autenticos: São os que amam o Clube. São os que entendem que Sport Lisboa e Benfica não é só um conjunto de 23 a 25 jogadores de Futebol de 11 do escalão sénior e respectiva equipa técnica. São os que respiram a Instituição Sport Lisboa e Benfica. São os que tornam o Maior Clube do Mundo o topo do ecletismo, não só lusitano mas a nível mundial. Criticam beneficamente as equipas do Sport Lisboa e Benfica, e sempre com caracter vertical e em sede própria.

2- Os Romanticos: Amam o Clube, embora falem muito das saudades d'outrora. Têm tendência a alimentar-se dos resultados do Futebol, sobretudo do Futebol de 11, escalão sénior. Também começam a gostar do Futsal.

3- Os Líricos: Gostam de dizer e sublinhar que são Benfiquistas desde pequenos. Vibram como todos os outros com os golos do Sport Lisboa e Benfica. Idealizam tácticas e sonham com jogadores que os outros têm. São caracterizados pelos apupos e assobiadelas que usam sem dó nem piedade quando a época começa a correr mal, ou até sempre que um jogador que não gostam toca na bola (começam mesmo a fazê-lo quando ouvem o speaker a anunciá-lo no 11 inicial).

4- Os Oníricos: Sonham em ser do Benfica, às vezes até torcem pelo Glorioso, mas apenas quando estão rodeados de outros. Criticam tudo e todos, mas opinar sobre soluções....nada. Desertos de ideias. Alguns até sonham com a Presidência.

5- Os mal-cheirosos: São os que se fzem passar por adeptos do Glorioso apenas para lançar a discordia. São facilmente identificados pelo cheiro a merda.

A todos que realmente se procupam com o S.L. Benfica, como trabalhar para que o Glorioso seja ainda Maior?

Fácil.

1- Combater e eliminar os vermes que querem var o Benfica cair:

a) Imprensa Escrita - Boicotem. Não comprem. Se tiverem curiosidade de os ler, vejam no café.

b) SporcoTV - Não subscrevam. Vão ver ao café.

c) Satélites de corruptos - Não ajudem a pagar as contas desses parasitas. Não vão fora da LUZ. Estádios vazios. Chega de alimentar chulos. (aqui podemos tirar dividendos: Imaginem o Camião como o do Merchandising parado numa praça da cidade - as Camaras Municipais esfregariam as mãos....- onde o Benfica está a jogar. Ecrã gigante, cerveja e coiratos e a malta em vez de ir alimentar pançudos estava ali bem perto do Estádio a ver o jogo por Satélite. Os cânticos chegavam bem lá dentro.Apoiavamos. Davamos o dinheiro ao Sport Lisboa e Benfica. Boicotavamos os clubes satelites e acabava a mama da Liga....queria ver se passavam multas por canticos lá na Praça Pública ou pelas tais reincidências que tanto usam).

- "Mas a ir ao café estamos a dar dinheiro ao Olibeiredo porque o dono do café paga a SporcoTV"

Pois. Fácil. Com o dinheiro que poupam da SporcoTV, chegam ao café e compram uma garrafa de whisky (passam a ser clientes de garrafa). Sempre que o Glorioso joga fora de casa, vão ver ao café, a garrafa está paga, tomam um café ( mais ou menos 65 cts) e ocupam uma mesa durante hora e meia, mesa essa que nessa noite só rendeu isso ao dono do café. Se o café tiver 10 mesas e se convencerem pelo menos 4 benfiquistas a fazer o mesmo, ao fim de 2/3 meses provavelmente o dono pensará de outra forma em relação ao lucro que lhe traz a SporcoTV.

Aposto que se isto passasse e se todos cumprissemos.......lá se iam as viagens ao Brasil, os envelopes, as putas, os negocios bi-tripartidos sempre que há uma venda de jogador empolada, as off-shores, os juízes amigos que viajam nas comitivas, os informadores da p.j., os penalties que são explorados na imprensa, os que são escondidos, os sumaríssimos, as multas constantes por....nada, o regionalismo parolo, os neo-magnatas por traficos de influências e outros crimes e parolismos de cor azul verdejante, etc,etc, etc.

É simples. Eu todos os dias contribuo para aumentar a fasquia da Enorme Dimensão e tu?

O LENÇOL DA INFÂMIA

No Benfica, em tempos conturbados não muito longínquos, numa fase crítica, de enorme confusão e agitação em que o poder quase caiu na rua, recordo-me de ter assistido em directo na TV e para gáudio da turba que queria a destruição do Glorioso e a desgraça dos Benfiquistas, a uma reunião surreal em que aparecia um conjunto de energúmenos que depois de uma enorme confusão numa sala do mítico Estádio da Luz antigo, culminou a selvagem actuação com a “deposição” de um garrafão de vinho empalhado, partido na sua base, sob uma mesa decorada com um pano vermelho. A cor intocável do Glorioso!
Foi das maiores humilhações que passei como Benfiquista.
Fiquei petrificado e horrorizado perante o que via no ecrã televisivo.
O Manto Sagrado tinha sido maculado. Tinha sido conspurcado!
Os títeres, os dementes, os energúmenos, tinham invadido, pisado e enxovalhado um lugar sagrado.
Uma pandilha de selvagens a soldo do anti-Benfica, acicatados por agitadores profissionais, através de golpes baixos, traiçoeiros e de irracionalidade absoluta, tinha colocado o Meu Benfica, o Nosso Benfica a sangrar e à beira dum abismo irreversível!
Foi uma visão quase “apocalíptica” que muitos de Nós presenciámos e angustiosamente sentimos. Um dos pontos mais negros da Nossa Gloriosa História.
Em mais de 50 anos de Benfiquismo indefectível e militante, nunca tinha assistido a um acto tão insano, tão humilhante.
Senti-me mal e revoltado ao ver o Benfica pelas ruas da amargura.
A minha paixão pelo Benfica redobrou e foi com uma grande esperança, alegria e confiança que vi o Benfica renascer.
Hoje, sempre que surgem no horizonte tempos de agitação e de completa histeria, contra algo a que a turba, na sua cega ignorância e completo desvario se resolve arremeter, como a minha memória nunca foi curta, fico muitíssimo apreensivo.
Vem isto a propósito do degradante espectáculo dado em directo por alguns espectadores presentes, no sábado, no Estádio da Luz, e muito particularmente por dois deles, que desdobraram um lençol branco, numa altura em que a Nossa Equipa, os Nossos Jogadores e a Maioria Esmagadora dos Benfiquistas Autênticos puxavam, ansiavam e lutavam denodadamente por um resultado que teimosamente e por má sorte acabou por Nos ser adverso.
Quem conscientemente, fizer, até uma simples análise à infortunada peleja, sabe que não foi por Nós que a derrota sobreveio. Muitos factores se conjugaram para que no final expressássemos alguma tristeza e mesmo frustração.
Nenhum Benfiquista que se preze e que respeite o Benfica, poderá pactuar com aquele acto infeliz e de total afronta ao Nosso Glorioso Clube.
É no mínimo incompreensível, que supostos adeptos do Glorioso, teimem em cometer actos completamente agarotados e vergonhosos que os “media” aproveitam para propagar venenosamente pelo país e pelo mundo, saciando a escumalha e a corja famintas, sedentas de vingança, fomentando a descrença e a contestação entre os Benfiquistas.
Como sócio e adepto do Benfica, tenho o lugar e o momento próprios para me manifestar sobre a política do Clube e sobre matérias tão sensíveis como o seu futebol.
Nem sou defensor nem acusador do treinador. O Clube, através dos seus responsáveis, pedir-lhe-á contas na devida altura, não sem que vos diga que quando ele chegou à Luz, nunca vi nem ouvi a Quique Flores falar em títulos.
Nessa altura não vi ninguém com nenhum lençol ou lenços brancos. Não vi ninguém perguntar-lhe quantos títulos teria como objectivo. Nem a ele, nem ao Director do futebol, nem ao Presidente.
A reconstrução do Benfica como grande potência do futebol nacional e mesmo europeu não se faz num dia, nem num ano, nem em dois.
Vivi momentos de glória suprema no Benfica, com a vitória nas grandes finais contra o Real Madrid e Barcelona. Já lá vão muitos anos. Sei que para atingir esses êxitos foram necessários, muita luta, muito trabalho e serenidade durante os anos que antecederam essas vitórias.
Hoje, para aquelas gerações de Benfiquistas que não tiveram essa felicidade de exultar e vibrar com esses feitos inesquecíveis do Nosso Benfica, lhes digo que só com muito trabalho e muita união poderemos alcançar novamente essas metas. Sei bem que este é o desejo de Todos.
Os tempos são outros e também eu quero reviver Tudo o que conduziu o Benfica ao areópago dos deuses do futebol.
Força, convicção, firmeza e muita, muita paixão para construir em primeiro lugar uma fortaleza inexpugnável que se torne impenetrável e inacessível às investidas corruptas e assassinas dos nossos inimigos – a escumalha submissa e a corja corrupta.
Tudo começa no Estádio da Luz. O apoio incondicional e as vitórias, as vitórias e o apoio incondicional. Esse é um dos segredos!
O nosso inimigo está lá fora. Não é a Nossa Equipa de futebol, por muito que ela, em momentos maus ou de infelicidade pura, possa desagradar a seus fervorosos adeptos!

GRÃO VASCO

domingo, abril 12

NOTAS SOLTAS

Justiça, Apitos e Simulações

1. Quem ousasse pensar que Pinto da Costa pudesse ser condenado não tinha gasto uns segundos de ponderada reflexão sobre o estado da máquina da justiça portuguesa nas suas várias vertentes, mas fora levado pela emoção de um sonho.
É que, se essa máquina nunca foi um primor de virtude neste país, ela chegou a um estado verdadeiramente lastimável e até assustador.
A esperança é sempre, porém, a última a morrer … e até eu sonhei!...

Os juízes absolvem culpados que a sabedoria popular há muito condenou. Esses mesmos juízes são vistos pelo povo como uma parte fundamental de um sistema que protege os poderosos.
Há magistrados do MP contra magistrados do MP, com insinuações e mesmo acusações cruzadas, com o Procurador-Geral a tentar apagar os fogos que se reacendem por todo o lado.
Há agentes da PJ punidos pelos tribunais, há cartas falsas forjadas por ditos responsáveis da máquina da justiça.

Um número esmagador de processos atafulham e eternizam-se nos tribunais sem solução à vista, alguns aos solavancos, outros a dormir o sono dos justos.
O segredo de justiça é um segredo virtual que nunca existiu na realidade, com fugas seleccionadas para a comunicação social.


2. Um dos exemplos mais mediáticos e actuais é o caso Freeport. Sem tomar posição sobre culpados ou inocentes porque a minha política é o Benfica, vamos analisar alguns dos seus aspectos.

A investigação iniciou-se por denúncia em carta dita “anónima” mas cujo autor é bem conhecido.
A carta dita “anónima” foi sugerida pelos próprios investigadores que instigaram a denúncia por essa via.
A dita carta “anónima” apenas denuncia e relata rumores e boatos ouvidos em conversas de café.

Logo no início da pseudo investigação, o segredo de justiça já estava plasmado em tudo o que é comunicação social.
A PJ responsável ficou com o processo, o MP ou não soube ou fez que não era nada com ele.

E o processo ficou congelado, esquecido, hibernou durante uns anos e voltou … aos jornais, que o “segredo” de justiça é quem mais ordena!…
Então, o MP faz-se de surpreendido pela existência de um tal processo e, finalmente, avoca-o!
E agora até corre o risco de ser deitado para o lixo do arquivo, ficando no ar todo um ror de suspeições e especulação.
Culpados?! Inocentes?! Batota partidária?! Batota dos agentes da investigação?!
Escolham!...

São métodos de investigação inaceitáveis em qualquer Estado de Direito e que não transmitem confiança a ninguém.
A máquina da justiça aterroriza … os não poderosos!
E aterroriza-se perante os poderosos!
E não faz Justiça!

Razão tem o Bastonário da Ordem dos Advogados, que diz com todas as letras:

«Os magistrados do Ministério Público que se queixam de estar a sofrer pressões deviam ir plantar couves porque, se relatam acontecimentos dessa natureza e isso os perturba a esse ponto, é porque não usam os poderes amplos que têm para pôr na ordem os atrevidos»

Poderes amplos, sabedoria e competência limitada, vontade de fazer e fazer bem desgraçadamente extraviada!


3. Os processos contra Pinto da Costa foram investigados no meio desta barafunda e desta miserabilista máquina da justiça.
Alguém de dentro soprou aos ouvidos do condenado – pela justiça desportiva – de que iria ser detido para prestar declarações. Deu-lhe a oportunidade de se pôr a salvo e, fundamentalmente, de pôr a salvo tudo quanto o pudesse incriminar.
Houve, portanto, conspurcação de prova importantíssima, como é a primeira prova recolhida logo no início da investigação e apanhando o investigando de surpresa.
Porém, a Pinto da Costa foi dada a oportunidade de poder destruir ou sonegar o que entendeu conveniente.

Ficou apenas o testemunho de Carolina Salgado!...

Pinto da Costa, não se esqueçam, é um dos poderosos deste país porque tem na mão os votos dos seus adeptos. É verdade que ele anda sempre rodeado de “gente pequenina”. A este propósito, até MST se lamenta de que ele, “ainda não tenha conseguido … despir a capa de provincianismo”… e que, pelo contrário, “tenha preferido, como qualquer cacique da província, viver rodeado de gente pequenina”, acrescentando que é a sua “fatal tendência para as más companhias”!

No entretanto, muitos deputados pagos pelo povo – na sua grande maioria pelos Benfiquistas – faltam ao trabalho na Assembleia da República e querem receber mesmo o dia da falta. Ou então, prestam-lhe homenagens de desagravamento em lautos jantares na casa que representa (?) o povo e devia ser o espelho da democracia e das virtudes democráticas, tornando-se apenas no espelho das deformidades e vícios de mandranice de quem, com honrosas quanto diminutas excepções, faz do dever uma caroca de biscateiro.
Outros, pedem-lhe expressamente os votos dos adeptos do seu clube para conseguirem eleger-se.
Outros ainda aceitam-lhe vereadores para poderem, à socapa, entregar-lhes centros de estágio pagos com dinheiros públicos, ou melhor dizendo, outra vez com o dinheiro do povo e outra vez com dinheiro de maioria Benfiquista.


4. Miguel Sousa Tavares, com a alarvice que lhe é conhecida na sua escrita, malha em toda a gente.
Em Luís Filipe Vieira, naturalmente, no Procurador-Geral da República, em Leonor Pinhão, em Maria José Morgado, no MP que enviou o processo para julgamento, no Procurador que fez o julgamento, em Carolina Salgado, no Dr. Ricardo Costa e agora também já na gémea que perdeu, obviamente para ele, a aura de credibilidade com que a carimbou quando lhe conveio, credibilidade que Carolina nunca usufruiu depois que teve o topete de acusar o seu papa.

Mas deve ter cuidado porque a guerra ainda não terminou. A convicção da Juíza pode não ser a convicção dos que irão julgar o caso em recurso. Ela também deixou expresso na sentença, com todas as letras, que a ida do árbitro a casa de Pinto da Costa, nas condições apuradas, era no mínimo suspeita e imprudente.

E se o tribunal de recurso ordenar que Ana Salgado seja ouvida em depoimento neste processo do envelope?
Não tinha ela, em tempos idos, mais credibilidade do que Carolina?
Sim, até pode ocorrer a esses juízes interrogarem-se por que se suborna alguém para desmentir outrem que nos acusa, se a consciência está assim tão tranquila e tão confiante que até se jura pela saúde de uma filha e se apela à justiça divina!?

MST escreveu que o procurador do MP no julgamento quis aliciar a testemunha da defesa. O termo é forte, pois significa seduzir, subornar, atrair enganosamente.
Porém, ele que se defenda, se tiver um resquício de respeito por si próprio.

Também escreveu que LFV não tem pudor em afirmar que a justiça não presta.
Mas isso já todo o país sabe, é um facto notório, não precisa de demonstração!

Não concordo é que MST escreva ser LFV capaz até de insinuar que Pinto da Costa subornou 5 tribunais e nove juízes para o declararem inocente!
Não concordo, porque tal suborno nem sequer era preciso e LFV sabe-o bem. De resto, como melhor ainda o devia saber MST, ao que dizem, incluindo ele próprio, versado em leis!
A razão é simples e cristalina! Até agora, nenhum juiz – nenhum juiz, sublinha-se – declarou inocente Pinto da Costa!
Todos o absolveram por alegada falta de provas para o condenar, o que é muito diferente!
Nenhum o absolveu porque se provou a sua inocência!
Todos os juízes ficaram com dúvidas!
E quando há dúvidas!...

5. Cruz dos Santos nunca foi de grande isenção na análise das arbitragens dos jogos do Benfica, ou de outros aspectos com ele conexionados. Desta vez fez excepção que, aliás, só confirma a regra.
A determinado momento da sua crónica, escreve assim:

«Faltaram provas no caso do envelope? Claro que sim. E contra isso, nada feito»

E um pouco adiante:

«Mas se houver … respeito pela transparência em todas as situações … reconhecer-se-á que um árbitro não deve visitar a casa do presidente de um clube cujo jogo irá dirigir poucos dias depois»

Implícita mas bem nitidamente, Cruz dos Santos não absolve Pinto da Costa, tal como a justiça popular – com excepção dos conspiradores – na convicção da sua sabedoria universal, o não absolve!
Cruz dos Santos recrimina-o e põe em relevo a legitimidade da perversa e persistente dúvida!

Quanto ao castigo de Lisandro Lopes, depois de acentuar que a Comissão Disciplinar da Liga se limitou a cumprir o seu dever, escreve:

«A simulação de Lisandro Lopes foi a mais indiscutível dos últimos largos anos»
«Ninguém cai para a frente só porque um adversário lhe coloca a mão (aberta) no peito»

Também Cruz dos Santos, como todas as pessoas de bom-senso, está perfeitamente descansado quanto à natural paz com que Newton merece permanecer no seu sono eterno, apesar de gente acostumada a oferecer fruta e viagens de férias o ter tentado colocar aos pulos na sua tumba sagrada.
Se algo Newton tivesse a dizer a estes pobretanas e ignorantes mortais que o tentaram desassossegar no seu sono beatífico seria que de física continua a perceber ele e da arte ou ciência da fruta e de outras aldrabices futebolísticas já os alquimistas da batotice condenada se apossaram, não passando de estultos aprendizes no que àquela ciência diz respeito.

É por isso que Newton se foi da morte libertando!

E se os perturbadores da verdade desportiva, da mesma morte alguma vez se libertarem, será apenas para serem recordados como um presidente e um clube, dos únicos dos ditos grandes – apesar de não passarem de um clube regional sem carisma, mesmo para os prestigiados jornais estrangeiros – que foram condenados por tentarem fazer batotice desportiva.

Tal e qual como Judas se libertou à custa da sua pantominice!

Orgulho!

Meus caros,

Só tenho a dizer que tenho muito orgulho em ser do Benfica e nos jogadores que ontem tudo fizeram para nós dar uma vitória.

Fizeram um jogo de grande nível, com pelo menos 8 oportunidades claras de golo que só um guarda-redes em noite super inspirada nos parou.

Já agora quero também dar os parabéns a Marco Ferreira (e ao seu patrão Vitor Pereira) pela fabulosa actuação. Pelo que me constou, foi adaptada uma regra do Basquete ao Futebol. A partir do jogo de ontem, nenhum avançado (DO BENFICA) pode estar mais de 3 segundos na pequena área.

Mais uma vez repito, tenho muito orgulho em Quique (viu-se que com o mesmo 4-4-2 a equipa jogou bom futebol) e em todos os que deram TUDO no campo.

Cumprimentos,

V.